quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Drummond virtual



Site oficial do autor retoma trechos de poemas, fotos e vídeos

Para homenagear o poeta e escritor Carlos Drummond de Andrade, a editora Record está lançando o site oficial do autor. Em versão on-line, a vida e a obra do poeta são contadas por meio de fotos, vídeos e trechos de seus poemas. Entre os textos, está "Os ombros suportam o mundo", do livro O sentimento do mundo (1935).

Na seção multimídia do site, é possível ouvir alguns poemas musicados de Drummond, entre eles "No meio do caminho" e "José". Para conferir, acesse http://www.carlosdrummonddeandrade.com.br/

Fonte: Revista Educação

Sebrae terá banco de dados de instituições de ciência e tecnologia


Dilma Tavares

A partir do primeiro trimestre de 2010, o portal do Sebrae deverá contar com um banco de dados reunindo informações de instituições que atuam na área de ciência e tecnologia. A meta é que esse banco contenha informações de, pelo menos, 500 instituições, além de informações que já estão na base de dados do Sistema Sebrae.

O objetivo é reunir as informações em um único ambiente e colocar à disposição das micro e pequenas empresas produtos e serviços oferecidos nessa área, dar suporte às equipes internas da Instituição para o atendimento e orientação aos empreendedores.

"O que queremos é facilitar a vida dos micro e pequenos negócios", explica o gerente de Acesso à Inovação e Tecnologia do Sebrae, Édson Fermann. Ele explica que, atualmente, "esses negócios enfrentam dificuldades para encontrar as informações que são importantes para a tomada de decisão e para o desenvolvimento das atividades".

A estruturação do banco de dados foi debatida por técnicos da área de inovação e tecnologia do Sistema Sebrae durante treinamento encerrado no dia 27 de novembro, em Brasília (DF).

De acordo com o analista da unidade de Acesso à Inovação e Tecnologia da Instituição Américo o Ciccarelli, entre os principais temas existentes no banco de dados estarão informações sobre capacitação, pesquisa, desenvolvimento e inovação; serviços de ensaio e calibração; consultoria tecnológica; extensão tecnológica; serviços de avaliação da conformidade e prestação de serviços em geral.

"Esse banco de dados conterá informações detalhadas sobre os serviços oferecidos por instituição, nome e contato da pessoa a quem o empreendedor poderá dirigir-se para resolver a sua necessidade", informa o analista.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Europa quer fortalecer Europeana para romper hegemonia do Google Books

Europeana.eu: patrimônio textual europeu digitalizado

Em resposta à investida da Google na digitalização de livros, a UE quer expandir sua plataforma própria de textos acessíveis pela internet. Mas isso torna indispensável a criação de regras comuns de direitos autorais.

Os europeus querem aumentar significativamente o total de livros disponibilizados na rede através de sua plataforma Europeana em resposta ao projeto Google Books, desenvolvido pelo conglomerado norte-americano Google.

Na Europa, somente 1% dos livros editados podem ser lidos eletronicamente, confirmou a comissária de Mídia da União Europeia, Viviane Reding. A meta do Google Books é escanear vários milhões de livros de acervos de universidades e bibliotecas.

Como a União Europeia havia apontado problemas de direitos autorais, a Google reformulou sua proposta, dispondo-se a digitalizar apenas os livros cujos direitos foram registrados nos EUA, no Reino Unido, no Canadá e na Austrália. Com isso, 95% dos livros publicados em todos os outros países não fariam mais parte do acordo da Google.

Europa tenta impedir acerto unilateral

Esse novo acordo selado nos EUA foi criticado pelas instituições alemãs responsáveis por vigiar o cumprimento da lei de direitos autorais. "Se essa nova proposta for definitivamente aprovada, vai dificultar sensivelmente a garantia dos direitos de editoras e autores alemães", advertiu a sociedade VG Wort, sediada em Munique.

Caso ela passe a vigorar, os órgãos de direitos autorais, os autores e as editoras não poderão mais verificar com absoluta certeza se seus livros foram incluídos nos registros. Isso se aplica sobretudo ao período anterior a 1978, pois só a partir de então é que os dados do U.S. Copyright Office estão disponíveis na forma digital.

Além disso, no caso das traduções em inglês, não está claro até que ponto os autores e as editoras das obras originais serão incluídos no registro, adverte a VG Wort na Alemanha.

Bibliotecário de Minnesota digitaliza exemplar antigo e raro da Bíblia para Google Books

Plataforma pública contra monopólio de informação

Para políticos europeus, o Google Books é o projeto mais ambicioso e avançado nesse sentido, o que torna ainda mais urgente uma iniciativa europeia a fim de evitar que o continente fique à margem desse desenvolvimento. E a ampliação do projeto Europeana está sendo considerada o passo mais acertado nesse sentido.

Atualmente, usuários da plataforma Europeana têm acesso digital a aproximadamente 4,6 milhões de livros, imagens, textos e documentos sonoros. Os políticos europeus querem que esse acervo se amplie para dez milhões a curto prazo.

A comissária Viviane Reding faz uma distinção fundamental entre a Europeana e o Google Books: o projeto europeu não é coordenado por uma entidade privada, impedindo assim um monopólio da informação.

Por uma regulamentação europeia de direitos autorais

Mas, para que a Europeana possa ser expandida, será necessário criar antes uma base legal. Essa nova perspectiva poderá até submeter a regulamentação europeia de direitos autorais a uma revisão, mesmo que o conselho de ministros da UE ainda não tenha abordado essa questão.
Na ampliação da Europeana, os países-membros é que assumirão o papel de coordenação – o que evidentemente não exclui a possibilidade de uma colaboração com parceiros privados.

Para a comissária Viviane Reding, esse passo é essencial. Afinal, se a UE não encontrar uma resposta comum a esse desafio, há o risco de que grandes empresas como Google ou Microsoft fechem contratos à parte com países isolados ou bibliotecas específicas.

"Seria como colocar em liquidação nossos interesses europeus", declarou Reding, exigindo que a UE crie diretivas comuns sobre os direitos autorais, a fim de eliminar os obstáculos jurídicos da digitalização.

Revisão: Rodrigo Rimon
Fonte: Deutsche Welle

Isaac Newton e outros gênios ganham espaço em site da Royal Society de Londres


A famosa teoria da luz explicada pelo próprio Isaac Newton e um estudo do século XVIII sobre o menino prodígio Mozart são alguns dos trabalhos que a Royal Society de Londres coloca à disposição dos internautas a partir desta segunda-feira em seu site.

Os internautas terão acesso a uma seleção dos artigos científicos mais importantes entre os quase 60.000 editados na publicação Philosophical Transactions. Os 60 trabalhos escolhidos cobrem praticamente todas as disciplinas científicas e vão desde a descrição de uma transfusão sanguínea entre dois cachorros, em 1666, até as recentes propostas da geoengenharia para lutar contra a mudança climática, passando pela explicação da descoberta da estrutura do DNA, em 1954.

Em 1672, Isaac Newton, jovem professor de matemática da Universidade de Cambridge, enviou uma carta - ilustrada com vários desenhos - à Royal Society para expor sua nova teoria da luz e das cores, que demonstrou pela primeira vez que a luz solar é composta por todas as cores do espectro.

Além de lançar sua carreira científica, que culminou com a descoberta da lei da gravitação universal. Esta revelação o levou a aperfeiçoar o telescópio refletor, utilizando espelhos para evitar a aberração cromática.

Mais lúdicas são as conclusões do cético que submeteu Wolfgang Amadeus Mozart a uma série de complicados testes musicais para comprovar se era realmente o gênio que todos anunciavam durante uma de suas primeiras viagens a Londres, em 1764. Ao final da experiência, Daines Barrington ficou convencido e escreveu que seu dom musical era incrível.

Mas o Trailblazing não é apenas para os aficionados da história. Também apresenta trabalhos sobre questões muito atuais, como os precursores das vacinas para combater pandemias, a partir de 1755, ou as polêmicas propostas feitas, em 2008, por James Lovelock para redesenhar o mundo mediante a geoengenharia e, assim, paliar os efeitos da mudança climática.

(Com agência France-Presse)

Fonte: Revista Veja

sábado, 28 de novembro de 2009

Conheça museus sem sair de casa


Beatriz Monteiro

Hoje é possível aproveitar o ciberespaço para visitar e conhecer obras de arte. Galerias virtuais concebidas por museus e outras instituições, já podem ser encontradas na internet.

Criado para contar a vida do pintor o museu Van Gogh tem sua versão 2.0. Isso quer dizer que ele possui facebook, twitter e blog, no caso, adaptado às cartas que Van Gogh trocou em vida com seu irmão Theo, entre outras personalidades.

No Brasil, a Biblioteca Nacional criou uma versão online que possibilita o usuário navegar por manuscritos e impressos, tendo também acesso a obras raras.

No site existe uma rede de memória virtual, que tem como objetivo preservar e disseminar a cultura brasileira.


Confira, abaixo, alguns museus que oferecem passeio virtual

Museu de Arte Moderna de São Paulo
O MAM oferece uma visita virtual completa de fotos, como as de Eder Chiodetto a vídeos como o de Tadeu Jungle. E, é claro, obras de artistas como Cândido Portinari.

Museu Nacional de Arqueologia de Portugal
O site do museu nos permite conhecer todo seu interior, salas e laboratórios, a biblioteca e as coleções do acervo. Um panorama em 306 graus pode ser feito e torna a visita ainda mais interessante.

MUVA, El País- Museo Virtual de Artes
Esse museu é especializado em arte contemporânea uruguaia. Nele é possível fazer um passeio virtual por todas as salas, ampliar as obras e ao mesmo tempo ler biografia do artista e ano que em as obras foram realizadas.

National Gallery of Art
No site oficial da galeria nacional de arte de Washington é possível fazer um tour virtual explorando suas coleções de pintura, escultura, trabalhos em papel, fotografias e arte decorativa. Os guias estão em arquivos de PDF e podem ser baixados em inglês, francês, alemão, italiano e espanhol.
No site, é possível também detalhar o trabalho de um artista específico listado na própria galeria.

The Guggenheim Museum
O site oficial promove sua versão presencial na internet, o Guggenheim Virtual Museum. Com versões em cidades como Nova York, Berlim, Bilbao e Veneza, Abu Dhabi. O museu também oferece visita virtual às exibições temporárias.

Louvre
É possível fazer uma visita através do plano interativo do museu. No site, é possível passear por todas as galerias: antiguidades orientais e antiguidades egípcias, galeria de esculturas, e galeria de pintura e arte medieval.

Museu D´Orsay
Conhecido por suas obras impressionistas, na versão online ele oferece seu acervo comentado e história sobre a instituição. É uma pena que o museu não consiga reproduzir o seu espaço na internet. Uma antiga estação de trem.

Museu de Arte Moderna, MOMA
Na sua versão online é possível ter acesso a coleção da instituição. Na sessão multimídia são apresentados vídeos, estilo making-off, da montagem das exposições. O MOMA também destina para o espaço virtual projetos online, onde é possível interagir com obras famosas e ter aulas com professores especializados no assunto.

Fonte: Catraca Livre
Imagem: Museu do Louvre

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Ministro francês quer que UE enfrente Google sobre livros

Membros da União Europeia querem criar um projeto conjunto sobre a digitalização de livros, afirmou o ministro da Cultura da França, Frederic Mitterrand. A ideia é competir com os planos do Google de criar uma gigantesca biblioteca digital.

Ministros da UE concordaram nesta sexta-feira em criar um comitê de "homens sábios" para elaborarem um plano em Bruxelas, disse Mitterrand em entrevista ao diário francês Journal du Dimanche que deve ser publicada no sábado.

Miterrand também afirmou que a digitalização de livros não deve ser deixada a empresas privadas, e que os governos devem elaborar políticas apropriadas para lidar com o assunto. "O comitê receberá a missão de trazer as visões de cada país e esboçar uma posição conjunta", disse ao jornal.

Os planos do Google de escanear milhões de livros e colocar trechos destes na Internet faz parte de um acordo feito com o Authors Guild dos Estados Unidos. O plano tem sido elogiado por dar amplo acesso a livros, mas também foi criticado por razões de antitruste, direitos autorais e violação de privacidade.

Questionado se os ministros europeus eram a favor do acordo do Google, Mitterrand afirmou que não poderia fazer comentários no momento.

"Da minha parte não há antiamericanismo. Mesmo assim, creio que os EUA não são um monolito, e opiniões diferentes devem ser manifestadas. É por isso que não quero que o Estado se submeta aos mercados", disse.

"Não depende desse ou daquele grupo privado decidir sobre políticas em um assunto tão importante quanto a digitalização de nosso patrimônio global. Não vou deixar que essa decisão dependa de um simple laissez-faire", acrescentou.

(Reportagme de Sophie Hardach)


Fonte: Terra / Reuters

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Rare Darwin drafts go online - Esboços raros de Darwin estão Online

Charles Darwin's draft leaf from Chapter 6 of "On the Origin of Species."



Project will upload 10,000 images of Darwin's manuscripts and notes

Darwin is going digital. To celebrate the 150th anniversary of the publication of Charles Darwin's "On the Origin of Species," the manuscripts detailing the theory of natural selection are being placed online.

On Tuesday, Darwin Manuscripts Project will upload about 10,000 high-quality images of Darwin's scientific manuscripts and notes.

These pages include 34 of the 36 known and located draft leaves of "Origin," gathered together for the first time since Darwin wrote his seminal book, which was published on Nov. 24, 1859.

"These rare manuscript leaves from Origin are the crown jewels of our project and show Darwin in the process of writing," said David Kohn, director and general editor of the Darwin Manuscripts Project at the American Museum of Natural History in New York.

Kohn has studied Darwin's writing for decades, beginning with his correspondence and now moving on to his scientific papers.

"I've sat in the Cambridge University Library since 1974, touching these documents, but this is the first time that anyone can do this — online in this quantity and with this quality," Kohn said.

His co-editor for the "Origin" leaves is Randal Keynes, great-great-grandson of Charles Darwin.

In addition to the rare "Origin" drafts, the Darwin Manuscripts Project will also put online about 10,000 additional images of Darwin's material. Notebooks and scientific writing from the period of time he spent on the HMS Beagle, when he made most of his observations of the natural world, through the writing of the "Descent of Man, and Selection in Relation to Sex," published in 1871, will be available with transcriptions and curatorial notations.

Future projects for the Darwin Manuscripts Project include compiling and digitizing additional Darwin manuscripts as well as reconstructing his library. Darwin was famous for reading widely on a variety of subjects ranging from insect-eating plants to pigeon breeding to the immorality of slavery. He often filled the margins of these books with notes, which shed light on the thinking that led him to formulate his theory of natural selection.

"Now with this digitalization project, readers can follow the conversational thread that changed our thinking on the origins of species and gave birth to modern evolutionary science," Kohn said.

The Darwin Manuscripts Project is funded by two grants from the National Science Foundation, and a new grant from JISC/NEH Transatlantic Digitization Collaboration program will fund the work to digitally reconstruct Darwin's working library as it stood at the time of his death in 1882.

Fonte: Msnbc

Clique aqui para ter este artigo trazido pelo Google Translate


+ Darwin e sua macacada

Millôr reclama direitos de acervo virtual de Veja


Por Fabiana Schiavon

A dúvida sobre os direitos do autor sobre uma obra disponibilizada na internet é uma discussão contratual e não debate sobre direito a informação nem sobre direito autoral. Essa é a visão de especialistas em imprensa e internet sobre a ação do jornalista, humorista e cartunista Millôr Fernandes contra a revista Veja. Ele pede na Justiça seus direitos pela exposição de sua obra na biblioteca virtual da revista lançada pela editora Abril, com patrocínio do Bradesco.

Por meio de seu advogado, Millôr pede indenização de R$ 500 mil para a Editora Abril e para o banco Bradesco. Colaborador da Veja em dois períodos, de 68 a 82 e 2004 a 2009, o jornalista alega que fechou contrato para publicar suas criações nas edições da Veja naqueles períodos. Na primeira fase, a internet ainda era ficção cientifica e o contrato não faz referência a ela. O contrato mais recente, contudo, preve a publicação do trabalho de Millôr na versão on-line da revista. Millôr reclama a suposta parte que lhe toca depois que a revista decidiu colocar Veja Acervo Digital com todas as edições da revista à disposição dos internautas gratuitamente e, segundo a ação, com “ampla propaganda do banco Bradesco”.

Para o advogado e professor da Direito GV, Marcel Leonardi, Millôr está juridicamente correto em reivindicar direitos autorais, por entender que trata-se de uma republicação em outro tipo de mídia, não prevista no contrato original. Mas socialmente, a Veja também está certa por disponibilizar informação de interesse público na internet. O caso, a seu ver, não deve ser analisado do ponto de vista do direito à informação. “O direito autoral é sempre interpretado de forma restritiva. Se foi previsto em contrato que a criação só poderia ser reproduzida na revista, não dá para entender que a autorização foi perpétua. É uma nova mídia sendo utilizada”. Segundo Leonardi, as leis do Direito Autoral resguardam toda a criação que é publicada em uma nova mídia.



Millôr alega que a editora faturou com a obra, já que o Bradesco fez intensa propaganda com os atores globais Wagner Moura e Tais Araujo falando do patrocínio. Na ação, ele faz uma bem humorada defesa de sua tese, de sua obra e de sua biografia. Nela diz que mais grave do que a revista publicar sua obra sem autorização é o Bradesco pagar "só" R$ 3 milhões para isso. questionando se o banco, ao patrocinar a biblioteca virtual da revista teria consciência de que havia se apropriado de “toda minha produção plástica e jornalística, meu trabalho na revista Veja (19 anos de produção, 1976 páginas) para publicidade internética de seu nome e produtos”.

Ele afirmou se sentir ofendido pela marca ter se apropriado de 40 anos de história da revista por apenas R$3 milhões – valor do patrocínio e reclama: “Jamais pensei que eu valesse tão pouco.
Mas é apenas natural que o Grupo Bradesco, acostumado ao extraordinário nível cultural e artístico de seu programa na televisão, o Domingão do Faustão, me desconheça”.

Para confirmar seus dizeres, o jornalista incluiu na ação seu extenso currículo desde seu primeiro desenho publicado aos 10 anos de idade, passando por furos jornalísticos, experiências nos anos de chumbo, viagens e cursos de computação, ele também se autointitula “homem civilizado” que nada tem “contra o sistema bancário moderno”.

Segundos os advogados especializados em imprensa e internet esse processo levanta uma nova discussão sobre contratos, mas no caso específico, o direito de informar não deve ser levado em conta. O que vale é o que foi previsto entre as partes. Discussões contratuais à parte, a polêmica que se cria com este caso é que a Veja está colaborando com a preservação da história. “Imagino que a intenção do cartunista não é inviabilizar o portal, porque suas próprias criações fazem um histórico do Brasil, ele apenas deve estar exigindo seus direitos como criador”, opina Leonardi. De acordo com o advogado, já há contratos mesmo de 10 anos atrás que proíbem ou liberam a reprodução de uma obra a qualquer tipo de mídia “que vier a existir”.

A questão é que a velocidade em que essas novas mídias surgem estão demandando contratos mais detalhados ou até uma lei mais flexível, que abra espaço para o direito à informação. “Hoje, as bibliotecas já mantém um acervo impresso da revista. A diferença está na mídia que está sendo utilizada. Se há o uso de novas mídias, há direitos”. Outra questão, não prevista em leis feitas antes do advento da rede mundial de computadores, é saber se a exposição na internet do acervo digitalizado da revista originalmente feita em papel corresponde a uma nova publicação. Ou se o acervo digital não se assemelha ao acervo físico da revista disponível numa biblioteca tradicional.

A advogada Ana Luísa Rabelo Pereira, do escritório Caldas Pereira Advogados e Consultores Associados, concorda com Leonardi. “Nesse caso, deve ser levada em conta a discussão entre as partes. O objeto da decisão é a relação civil. Não tem repercussão no direito à informação”, afirma. Ela acredita que se a causa for ganha, novos processos devem surgir, mas cada caso será um caso, visto que a discussão deve partir do contrato que foi fechado.

Segundo Millôr, seu advogado tentou resolver o conflito com o banco por meio de um diálogo com o Bradesco, mas não teve sucesso. “Concluímos que a apropriação e a negação a qualquer explicação para isso só era possível porque os mentores do Grupo Bradesco supunham que o cidadão Millôr era um da Silva qualquer — o anonimato assinado”. Para confirmar seus dizeres, o jornalista incluiu na ação seu extenso currículo desde seu primeiro desenho publicado aos 10 anos de idade, passando por furos jornalísticos, experiências nos anos de chumbo, viagens e cursos de computação, ele também se autointitula “homem civilizado” que nada tem “contra o sistema bancário moderno”.

Os processos ganhos contra veículos de imprensa ganhos também fazem parte de sua trajetória. Em 1967 foram R$ 100 mil contra a revista O Cruzeiro. Processou também a TV Globo por plágio da tradução de The Play Boy of the Western World, peça do início do Século XX, do irlandês John Synge, segundo ele, "quase impossível de traduzir". A Justiça determinou que a emissora se retratasse em horário nobre.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Google vai digitalizar museu de Bagdá

Anúncio foi feito hoje (24/11) no Iraque por Eric Schmidt; imagens serão publicadas no início de 2010.

O Google anunciou hoje (24/11) que vai criar uma "cópia virtual" do Museu Nacional de Bagdá na internet, informa o The New York Times.

O anúncio foi feito dentro do museu, no Iraque, pelo executivo-chefe do Google, Eric Schmidt, que explicou que os custos serão totalmente por conta do Google.Segundo a empresa, imagens das peças arqueológicas do museu estarão disponiveis online já no começo de 2010.

Desde 2003, ano em que as tropas americanas ocuparam o Iraque, o Museu Nacional já foi reaberto três vezes. Atualmente, no entanto, está fechado ao público.

Fonte: IDGNow

Confiram a matéria completa publicada no The New York Times, "Google to Put Iraqi Artifacts Online", clicando aqui.

Arqueologia: Mapa Online da Terra Santa


Arqueólogos da Universidade do Sul da Califórnia (USC), da Universidade da Califórnia (UCLA) desenvolveram um mapa detalhado de 7.000 sitíos arqueológicos na Terra Santa.

Há anos que o mapa vem sendo desenvolvido, pesquisadores informaram que o site oferece mapas interativos via satélite mostrando a localização de cerca dos sítios arqueológicos na Cisjordânia e em Jerusalém.

O projeto está hospedado na Biblioteca Digital da USC e utiliza o sistem de busca do Google Maps.

Acesse a coleçaõ, clicando no endereço: http://digitallibrary.usc.edu/wbarc



Informação livre: Copie, imprima, distribua, envie por email, carta, fax, rádio, TV. Mantenha o texto e os créditos na íntegra.

Repositório científico na Internet

Claudia Sargento

O Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP), que reúne, num único ponto de acesso, pesquisa e localização de documentos de carácter científico e académico, já pode ser consultado online. O projecto destina-se a investigadores, docentes e dirigentes de instituições de ensino superior.

Este repositório tem como objectivos, segundo a Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN), «aumentar a visibilidade, o acesso e a difusão dos resultados da actividade científica desenvolvida em Portugal» ao mesmo tempo que deverá «facilitar a gestão da informação relacionada com esta actividade, agregando conteúdos científicos existentes nos repositórios institucionais das entidades nacionais de ensino superior e de outras organizações de I&D».

O portal RCAAP constitui-se como um ponto único de pesquisa, descoberta, localização e acesso a milhares de documentos de carácter científico e académico, nomeadamente, artigos de revistas científicas, comunicações a conferências, teses e dissertações, distribuídos por inúmeros repositórios portugueses.Esta é uma iniciativa da Agência para a Sociedade do Conhecimento (UMIC), concretizada pela FCCN e disponibilizando mais um serviço avançado sobre a Rede Ciência, Tecnologia e Sociedade

Fonte: Semana Informática - Portugal


segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Pós-Reforma Biblioteca Digital


Uma nova ferramenta de pesquisa disponível, patrocinado H. Henry Meeter Center for Calvin Studies e pela The Hekman Library, promete facilitar o trabalho de estudiosos de todo o mundo.

A Pós-Reforma Biblioteca Digital / The Post-Reformation Digital Library (PRDL) é uma bibliografia selecionada de documentos fonte primária incidindo sobre teologia moderna e filosofia, estendendo-se publicamente coleções acessíveis a partir de bibliotecas de pesquisa importantes, independente iniciativas acadêmicas e projetos de documentação corporativa.

O núcleo do projeto PRDL envolve a organização de milhares de documentos disponíveis em formato digital a partir de fontes, incluindo o Google Books e o Internet Archive.

O projeto abrange o trabalho de centenas de autores de uma grande variedade de tradições teológicas, filosóficas e religiosas, a partir de figuras como João Calvino e Martinho Lutero ao jesuíta Roberto Bellarmino (1542-1621) e Jacobus Arminius (1560-1609).

Acesse a Pós-Reforma Biblioteca Digital:
http://libguides.calvin.edu/prdl


Fonte: Pesquisa Mundi

Informação livre: Copie, imprima, distribua, envie por email, carta, fax, rádio, TV. Mantenha o texto e os créditos na íntegra.

Site lista obras livres de direitos

André Machado

Não sabe se aquela obra com que você está lidando ainda está sob direito autoral? Uma boa ideia é dar uma busca no Public Domain Works ( http://www.publicdomainworks.net/ ), banco de dados online que lista 125.318 autores, 12.840 itens e 299.141 obras que estão em domínio público. Só do escritor americano Edgar Allan Poe descobrem-se 17 edições totalmente livres de copyright, por exemplo.

Também se pode consultar as listas de autores e obras, mas há milhares de páginas a examinar neste caso. O site é gerenciado pelo Open Knowledge Foundation's Public Domain Working
Group e permite a colaboração de internautas.

Leia também: Lei americana permitirá a artistas e escritores retomar direitos autorais em 2013

Fonte: O Globo

sábado, 21 de novembro de 2009

Microsoft lança Pivot, um sistema que pretende revolucionar a experiência web


O aplicativo pretende mostrar a web como uma rede de informações, e não como páginas isoladas

Por Jacqueline Lafloufa

A Microsoft Live Labs apresentou nesta semana na Conferência de Desenvolvedores Profissionais (PDC 2009) uma nova tecnologia de busca chamada Pivot, que pretende revolucionar o jeito como lidamos com as informações na web.

O Pivot cria um novo conceito de busca, com o objetivo de tornar mais intuitiva a forma de se lidar com a informação. A intenção é combinar a busca, a navegação e as recomendações para criar uma experiência web mais unificada e em rede, ao invés da exibição de páginas web isoladas, ressaltou o site ZD Net.

A principal característica do Pivot é o uso de coleções, que combinam diversos itens em grandes grupos por similaridade, assim fica visualmente mais fácil perceber a relação entre as informações, até mesmo de padrões que não são facilmente percebidos.

O aplicativo tem uma estrutura baseada em tecnologias web já existentes, usando um cliente .NET com coleções do Seadragon e do DeepZoom, e funcionará em computadores com Windows Vista ou Windows 7 e Internet Explorer 8, de acordo com o site Read Write Web.

Esta semana, o Google também anunciou um aprimoramento parecido em seu buscador, o Swirl. Restrito à busca de imagens, o Swirl apresenta os resultados de forma graficamente hierárquica, ligando imagens com temas ou palavras-chave em comum.

A princípio, o Pivot estará disponível apenas para alguns convidados, em uma visualização técnica limitada. Mais informações podem ser obtidas no site do Microsoft Pivot pelo atalho getpivot.com.

Fonte: Geek

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Grupo coloca no ar 4,6 milhões de e-books


Livro antigo é scanneado: consórcio reúne diversas bibliotecas de universidades americanas.

Associated Press

Um grupo de grandes bibliotecas americanas afirmou que seus usuários agora poderão buscar textos na íntegra de 4,6 milhões de títulos digitalizados.

No ano passado, a Universidade de Michigan e 24 outras bibliotecas do país estrearam a HathiTrust Digital Library. O consórcio está disponibilizando pesquisa online gratuita em todo o seu material.

O grupo acrescentou que mensalmente centenas de volumes são adicionados à biblioteca digital.
Entre os participantes do consórcio estão a biblioteca da Universidade da Califórnia, a Biblioteca Digital da Califórnia, da Indiana, do Michigan, de Ohio e das Universidades de Penn State, Purdue, Chicago, Illinois, Iowa, Minnesota e Virginia.

Fonte: Info Plantão

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http://catalog.hathitrust.org/


HathiTrust Offers Full-Text Search of Millions of Digitized Books and Journals

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Library Of Alexandria A Symbol Of Egypt’s Efforts To Lead On Knowledge Access

By William New

ALEXANDRIA - Dining on fresh fish beneath a golden sunset overlooking the Mediterranean beneath which lie the remains of the ancient Library of Alexandria, the conversation turns to the invention of written language. A light-hearted debate breaks out between an Egyptian and a Syrian over the origins of the first alphabet several thousand years ago, but is left for the time being when the Syrian asserts, “We invented the alphabet, you invented writing.”

Records show Egypt’s primary role in the development of written language as a way to disseminate ideas, and it is still advancing knowledge access, as evidenced by its world-class Library of Alexandria and several recent activities and publications. In some cases, library officials are out front on international policy issues related to access to knowledge.

The Bibliotheca Alexandrina


The new Library of Alexandria – that is, the Bibliotheca Alexandrina - is a showcase for activity on these topics, a grand series of supermodern edifices facing the sea and aiming to restore Egypt’s prowess in knowledge-related matters. The new library revitalises the ancient concept of being more than a 20th century-style book repository (“four walls and a bunch of books”), Chief Librarian Sohair Wastawy said in an interview with Intellectual Property Watch.

The ancient library was a “temple for muses and an academy” where scientists, poets and others could live, left alone to produce their work (with their families given housing on the edge of town). Euclid, Herodotus and Archimedes made humanity-changing achievements there, she said, and perhaps the new library will give rise to the next great breakthroughs.

The new library complex encompasses the world’s largest library reading room, space for 8 million books, and cutting-edge libraries for arts and multimedia, children, teenagers, and the visually impaired, plus rare books. The library buildings were designed by a Norwegian team with numerous architectural devices, including optical tricks and many references to ancient Egyptian style and symbolism. It also contains the Nobel section, a special reading room where scholars must sign in to keep the record of history.

So far, there are about one million books in the library, which has an elaborate fire protection system, a nod to the historic destruction of what was the greatest knowledge centre in ancient history. It also has numerous slots in the upper walls to absorb sound, designed to resemble the thousands of storage spaces that held the ancient scrolls.

But the library also is on the forefront of the 21st century move toward digitalisation of ideas and materials. Somewhat like a public library version of the Google Books Project, the library currently is scanning books on a three-shift, 24-hour a day non-stop basis, according to Wastawy, who was lured back to Egypt from her former post as dean of the Illinois Institute of Technology (US). The project already has scanned some 120,000 volumes, about 8 million pages, she said.

Another library project is to house the second copy of the Internet Archive, an ambitious San Francisco-based digital library project continuously collecting the world’s internet-based information. The library, opened in 2002, gets about a half-million users and about one million visitors each year.


The library is also helping to pioneer ways to address Egypt’s 40 percent illiteracy and high poverty rates, Wastawy said, by wide-ranging programmes for adults and children. One such project deployed around the city of Alexandria followed an idea from India to put computers on the street just for children (with smaller hands) on which they can read books. Kids take to the computers quickly, she said.

The library’s aim includes giving access to those discriminated against for their poverty and disability, she said. For instance, it offers a bookmobile technology that allows children to download and make their own copy of a book, which they can keep forever. This is not circumventing the law by not paying a royalty to publishers, she said, rather it is in keeping with “our role in society to be distributing information.” No budget could be big enough to cover that role, she said, and “we can’t be a library for the elite.”

In fact, the library “has become a platform for democracy,” Wastawy added, where “regular people” can voice their views and participate.

She took particular pride in a demonstration of the latest computer-based voice-recognition technologies for blind readers, moving them beyond braille text. “I know publishers are scared about making these things free to people with disabilities,” she said. “But not only do we have an information-rich and information-poor society, we also have a society divided along disabilities.” Visually impaired readers can only access a fraction of the books sighted people can access. Libraries should comply with access rules, she said, and must work around copyright to do so.

Other features of the library are a planetarium, art and antiquities museums, and 8 research centres, such as one promoting research in science and technology, and a variety of cultural events and courses. On a recent given day, events included: a concert by Omar Khairat, a hieroglyphic course for adults, a workshop of the Association of Agricultural Research Institutions in the Near East and North Africa, a movie screening, a book exchange fair, steering committee meetings of a local group, and a lecture on Mongolian culture and history, to be followed by “horizons of Sufism.”

The library is insulated from the whims of politicians as it was set up by law to report directly to the president’s office where it is highly prized.

The Library and Human Rights

The library is - or at least individuals within are - capable of taking positions on political issues. For instance, library General Counsel Dr. M. El-Said El-Dakkak in an interview raised human rights concerns related to trade agreements, intellectual property rights and production of medicines for neglected diseases primarily affecting developing countries. “Diseases don’t recognise borders,” he said.

El-Said said that several years ago at a conference in India he recognised that the imposition of patent protection on medicines was a new “kind of exploitation” of developing countries. He said the problem has not been studied deeply but rather has been limited to a “cry of protection.”

He also called for improvements in access to technology. On climate issues, he said transfer of technology “should not be limited to those that produce the pollution.”

El-Said proposed a conference between developed and developing countries to negotiate to modify rules in treaties that “were imposed by the stronger party” such as the World Trade Organization Agreement on Trade-Related Aspects of Intellectual Property Rights (TRIPS). “Otherwise,” he said, “at the end of the day, these treaties will collapse.”

A2K Toolkit Publication

Another recent development is the publication by the Library of Alexandria of an updated Access To Knowledge Toolkit, available here [pdf], covering a range of key topics.

The toolkit is “intended to showcase the achievements of the A2K movement up till now; highlight the barriers hindering its progress; envisage its future; and suggest the steps that need to be taken,” according to editor Hala Essalmawi, IPR officer at the Library of Alexandria.


Recent Events

Egypt also is often a focal point for major meetings and regional developments. For instance, it was the location for US President Obama’s regional reconciliation speech earlier this year, in what the US called the “New Beginning” for the US and Muslim countries. On 3 November, US Secretary of State Hillary Clinton gave a speech on the initiative, including numerous references to issues such as science, technology, education, telecommunications, and innovation.

Separately, Sharm El Sheikh, a Red Sea resort town, is hosting the United Nations-led Internet Governance Forum from 15-18 November. The event, part of a series of talk-shops that arose from the 2003-2005 World Summit on the Information Society (WSIS), will broadly focus on managing critical internet resources; security, openness and privacy; access and diversity; internet governance and the WSIS principles; the way forward, including the continuation of the forum; emerging issues: and the impact of social networks. On the future of the forum, it seems likely that a recommendation to continue will be forthcoming, given that many of the participants have made a career out of participating in these events.

In addition, the Egyptian Ministry of Foreign Affairs and the World Intellectual Property Organization co-organised a regional “African-Arab” seminar on “copyright limitations and exceptions: addressing the needs of affected constituencies” in Cairo on 2 November.

The conference brought together some leading figures on the issues, such as officials from WIPO and the World Trade Organization, and key proponents and opponents of a proposed WIPO treaty for the visually impaired currently under debate. Discussions focussed on limitations and exceptions for libraries, archives, museums, dissemination and use of copyrighted works for education and research, and the IP-related rights of persons with disabilities. WIPO said the event also served as a “preparatory exercise” for the African and Arab regions for the 14-18 December Standing Committee on Copyright and Related Rights (SCCR) meeting at WIPO.


Also, the library has moved into issues of access to microfinance, and participated last week in a conference on the topic.

And the library held events on 27 September to 1 October entitled, “Copyright Protection in the Digital Age” and “Intellectual Property Rights and Development.”

The events, attended by high-level judges, lawyers and others, addressed current topics such as IP and development, access to public health, licensing, open source issues, and free trade agreements in the region. The agenda included several regional speakers, such as Mohammed El Said, professor and author of “The Development of Intellectual Property Protection in the Arab World,” and outside speakers, including your correspondent, who spoke on the WIPO Development Agenda and on current developments in Geneva on public health policy. When he was not dining on fish.

William New may be reached at wnew@ip-watch.ch.


Fonte: Intellectual Property Watch
Fotos: © Bibliotheca Alexandrina


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terça-feira, 17 de novembro de 2009

Bibliotecas nacionais criam portal franco-brasileiro


O portal comum das bibliotecas nacionais francesa e brasileira já está oficialmente no ar (http://bndigital.bn.br/francebr ). Mais de 1300 documentos, entre eles manuscritos, mapas, estampas e fotografias foram digitalizados e estão agora disponíveis para todos em alguns cliques.

O projeto teve o apoio do serviço cultural da embaixada da França. “A ideia surgiu de um encontro entre Muniz Sodré, presidente da Fundação Biblioteca Nacional e Bruno Racine, presidente da Biblioteca Nacional Francesa (BNF), em 2008. Ambos estavam desenvolvendo o processo de digitalização dos seus acervos. Para esse Ano da França no Brasil, aproveitaram para reunir todo o material do século XVI aos anos 1930, que tratava sobre as relações entre os países”, lembra Jérémie Desjardins, adido do Livro no consulado da França no Rio de Janeiro e diretor da mídiateca da Maison de France.

“É uma oportunidade imensa de usar as novas tecnologias para melhorar o nosso conhecimento. Agora, nossas duas bibliotecas estão sintonizadas”, constata Ângela Monteiro Bittencourt, da Biblioteca Nacional digital brasileira, que coordenou as pesquisas com Régine Piersanti para a parte francesa.

Elas orientaram uma equipe de pesquisadores franceses e brasileiros, todos especialistas de cada época estudada. O acervo se divide em três grades temáticas: Lógicas coloniais, Matrizes nacionais e Tempos de trocas. Vinte e sete textos acessíveis nas duas línguas foram escritos para ajudar a interpretação dos documentos.

Entre os autores, Michel Riaudel, professor de português na Universidade de Poitiers, que trabalhou sobre o impacto do Brasil na literatura francesa do século XIX e, especialmente na obra de Jules Verne. “Com esse portal, tudo ficou mais simples. Confesso que enquanto estava contribuindo a alimentar esse conteúdo, eu também estava pensando de forma egoísta em como poderia usá-lo depois para futuras pesquisas. De repente, temos acesso a documentos cuja existência nos era às vezes totalmente desconhecida”.

Visite: http://bndigital.bn.br/francebr

Fonte: Tribuna do Norte

Google implementa tradução simultânea em ferramenta


Nesta segunda-feira (16), o Google lançou a nova versão de sua ferramenta Google Tradutor (ou Translate, na versão norte-americana original). Entre as novidades apresentadas, a tradução simultânea, recurso de leitura de caracteres em alfabeto romano e a opção de ouvir a expressão em inglês quando se traduz para esse idioma.

Além do novo visual, a função que mais chama atenção é a da tradução simultânea. Escreva qualquer coisa e a ferramenta traduz na língua desejada em tempo real, tornando desnecessário o uso do botão "traduzir" (embora ele permaneça sendo exibido). Para quem escreve rápido, é preciso um pouco de paciência, já que o site não chega a ser tão ágil e pode precisar da frase inteira para estabelecer o real sentido da sentença.

Outro recurso útil é a habilidade de exibir traduções de certas línguas em caracteres romanos. Por exemplo, é possível traduzir para o japonês a frase "conheça o portal da Band" e obter como resultado "pōtaruno bando nitsuite" em vez dos caracteres orientais.

"Esperamos que essas melhorias tornem mais fáceis e divertidos a leitura, aprendizado e comunicação com línguas estrangeiras", afirmou Awaneesh Verma, gerente de produtos do Google, em um post do blog oficial da empresa. O Tradutor oferece atualmente 51 línguas, representando "mais de 98% dos usuários da internet" e combinando em 2.550 pares de traduções.

Fonte: eBand

SciELO adota Creative Commons para atribuição de acesso e uso



A Scientific Eletronic Library Online (SciELO) se consolida como a coleção mais importante de periódicos científicos dos países em desenvolvimento em sintonia com o movimento internacional de acesso aberto. Ao longo dos seus 11 anos de operação, a SciELO vem aperfeiçoando progressivamente as metodologias e tecnologias de publicação online acompanhando o estado da arte internacional.
Assim, após longo processo de análise e consultas com especialistas, editores científicos e membros do Comitê Consultivo da coleção SciELO Brasil, o programa SciELO passa a adotar formalmente a licença Creative Commons (CC) com o tipo padrão mínimo "Atribuição - Uso Não-Comercial" (CC-BY-NC) para todos os seus conteúdos, com a possibilidade dos editores adotarem a licença BY de atribuição mais ampla.
A decisão já está implantada na coleção Brasil e deverá estender-se progressivamente para toda a Rede SciELO de coleções nacionais e temáticas de periódicos científicos em acesso aberto. O processo de formalização do gerenciamento da propriedade intelectual dos conteúdos das coleções SciELO e a adoção do Creative Commons foi implementado na SciELO Brasil a partir de setembro de 2009, e passa a informar explicitamente ao usuário final quais ações pode praticar com o conteúdo disponibilizado na coleção.
O Modelo SciELO foi concebido para operar com publicações em acesso aberto antes mesmo do lançamento do movimento de acesso aberto internacional, formalizado por meio de declarações internacionais – Budapeste (2002); Bethesda (2003); Berlin (2003) e Salvador (2005). Nos últimos anos, o Programa SciELO vem alinhando-se com o movimento de acesso aberto, como é o caso da adoção de novos padrões de gerenciamento de propriedade intelectual, particularmente com as licenças de acesso aberto Creative Commons.
O processo no gerenciamento da propriedade intelectual dos conteúdos das coleções SciELO e a adoção da licença de atribuição Creative Commons, de acordo com Fabiana Montanari, supervisora da Unidade Projeto SciELO, “foi iniciado em 2008 e teve como objetivo contribuir para melhor regularizar as relações estabelecidas ao longo da cadeia de publicação dos periódicos, na medida em que uniformizará as licenças de acesso e uso aos textos”.
Segundo William Filgueiras, advogado que assessorou a SciELO no processo de adoção do Creative Commons, “o usuário será informado sobre as regras de propriedade intelectual vigentes para todos os periódicos SciELO, com mecanismos padronizados de informação dos limites de uso a ele concedidos, aumentando a segurança jurídica dos editores e da SciELO, por meio da transparência e do comprometimento do usuário com as regras.”
“A adoção da licença de acesso aberto nas coleções SciELO não alterará o status das relações mantidas entre autores e editores e sim regulamentará as condições atuais, fortalecendo a publicação online no âmbito do Programa SciELO”, diz Abel Packer, Diretor do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (BIREME/OPAS/OMS).
A adoção da licença Creative Commons do tipo CC-BY-NC tem o objetivo de regularizar a situação atual em que o conteúdo disponibilizado nas coleções SciELO, pode de fato ser acessado, reproduzido, distribuído e até mesmo comercializado, mas estão proibidos pelo direito autoral. A ideia da adoção de licenças Creative Commons é explicitar, de forma direta, pública e juridicamente válida, as liberdades que os usuários têm ao acessar um artigo científico disponível em uma das coleções da Rede SciELO, evitando que o usuário final tenha dúvidas sobre o que ele pode ou não fazer com aquele conteúdo.
A licença CC-BY-NC permite aos usuários da SciELO: acessar, distribuir, exibir e executar a obra; bem como criar obras derivadas, desde que confira o devido crédito autoral, da maneira especificada pelo periódico. Por meio dessa licença, fica explícita a restrição ao uso da obra para fins comerciais.
"Entretanto, como o Programa SciELO opera em sintonia com o movimento internacional de acesso aberto, é sugerido aos editores que considerem a adoção da licença BY, do tipo atribuição, a mais ampla da Creative Commons, que não explicita restrição ao uso comercial e é, de fato, a mais adotada internacionalmente pelas coleções de periódicos em acesso aberto", complementa Packer.
Adoção das licenças BY-NC e BY pelos periódicos da SciELO Brasil
A partir de setembro de 2009, os usuários da SciELO Brasil passaram a ser informados sobre quais atividades podem praticar com o conteúdo disponibilizado nos mais de 190 periódicos indexados na coleção.
As licenças BY-NC e BY, atualmente disponíveis no rodapé das páginas de conteúdos da SciELO Brasil, remetem o usuário à informação complementar quanto à licença que determinado periódico adota.
Para a implementação da licença Creative Commons, os editores da SciELO Brasil receberam uma comunicação referente à adoção da licença padrão CC-BY-NC para todos os periódicos indexados na coleção, com opção para adoção da licença do tipo CC-BY, que é menos restritiva e compatível com o movimento de acesso aberto. Dos 197 editores consultados, 10 aceitaram a sugestão da SciELO para adoção da licença CC-BY:
1. Ágora: Estudos em Teoria Psicanalítica
2. Ciência e Agrotecnologia
3. Eclética Química
4. Engenharia Sanitária e Ambiental
5. Perspectivas em Ciência da Informação
6. Polímeros - Ciência e Tecnologia
7. Revista Brasileira de Ciência Avícola
8. Revista Brasileira de Epidemiologia
9. Revista da Associação Médica Brasileira
10. Revista de Economia Contemporânea

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Google tenta eliminar temor sobre e-books

Livros antigos aguardam digitalização em Londres: sob os termos do novo acordo, fundos não reclamados serão doados a organizações de caridade.


O Google e a Authors Guild apresentaram uma nova versão de um acordo que cria uma imensa biblioteca online.

Ambos tentam apaziguar as preocupações sobre concorrência e direitos autorais que a versão original do entendimento despertou nos Estados Unidos e no exterior.

O plano do Google de digitalizar milhões de livros e oferecer seu conteúdo online vem sendo elogiado por expandir o acesso a livros, mas também vem sendo criticado em meio a preocupações sobre competição, direitos autorais e de proteção à privacidade.

De acordo com petição de 30 páginas apresentada à Justiça na noite de sexta-feira pelas partes envolvidas, foi eliminada uma seção que exigia que o registro de livros criado pelo acordo oferecesse ao Google termos ao menos tão favoráveis quanto os de qualquer concorrente.
Outra mudança é que o dinheiro referente a obras órfãs ou sem titular definido agora irá para um fundo administrado por curador independente, e não para o registro.

O Departamento de Justiça americano em setembro apontou que o arranjo representava conflito de interesse, porque o registro também tinha a tarefa de localizar escritores e pagar a eles proventos pelas vendas online de suas obras.

Sob os termos do novo acordo, fundos não reclamados serão doados a organizações de caridade.
O acordo precisa ser aprovado pela justiça dos EUA e o Departamento de Justiça recomendou rejeição da versão anterior devido a preocupações quanto à possibilidade de que ela violasse leis de defesa da concorrência. O departamento também expressou preocupações sobre violações de direitos autorais.

"Tivemos diversas discussões e conduzimos um longo diálogo com o Departamento de Justiça, e sentimos que respondemos às suas principais preocupações", disse Richard Sarnoff, presidente da Bertelsmann Digital Media.

O acordo tem por objetivo encerrar um processo coletivo aberto em 2005 por organizações representativas de escritores e editoras, que acusavam o gigante das buscas online de violação de direitos autorais por digitalizar o conteúdo de bibliotecas inteiras.

Fonte: Info Online

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Produção transparente

Com o total de 30.871 teses e dissertações em sua Biblioteca Digital, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) se tornou, no início de outubro, a primeira universidade brasileira a ter 100% dessa produção em formato eletrônico e com acesso livre pela internet.

Desde 2004, quem quiser baixar uma cópia dos trabalhos precisa se cadastrar, o que tem permitido um controle detalhado dos acessos. “Até o momento foram 4,3 milhões de downloads. A maior média é da área de humanidades e artes, com 1,6 milhão de downloads e 7.705 teses, média de 217 cópias por pesquisa.

A média geral, considerando todas as áreas, é de 143 downloads por tese”, disse Luiz Atílio Vicentini, coordenador da Biblioteca Central Cesar Lattes e do Sistema de Bibliotecas da Unicamp.

A Biblioteca Digital da Unicamp passou dos 20 milhões de visitas, com um grande salto ocorrido a partir de 2005, quando o acervo foi indexado ao Google. De acordo com o coordenador, há mais de 800 mil usuários cadastrados.

O estudo mais acessado, intitulado O conhecimento matemático e o uso de jogos na sala de aula, foi apresentado por Regina Célia Grando na Faculdade de Educação e teve até o dia 13 de outubro 8.485 downloads e 43.784 visitas.

Fonte: Revista Fapesp Online

Site mostra locais de filmagens por imagens de satélite


Aficcionados por cinema, atenção. Se você sempre quis saber onde foi filmada aquela cena que você tanto gosta naquele filme, já tem onde procurar. O site Filmaps foi criado exclusivamente para integrar o Google Maps com informações, fotos e vídeos das locações de filmagens de vários títulos conhecidos, como Titanic, O Iluminado, O Diário de Bridget Jones e Mulheres a Beira de Um Ataque de Nervos.

Os usuários podem procurar por locação ou pelo título do filme, então, se houver dados compatíveis na base de dados do site, ele traz a localização de onde a película foi filmada e também quais foram as cenas filmadas ali, além de mostrar fotos do site Panoramio e vídeos do YouTube, todos postados pelos usuários.

O site foi lançado em janeiro e, até o momento, conta com mais de 1000 filmes e mais de 2000 locações.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

terça-feira, 10 de novembro de 2009

UE: Site disponibiliza informações sobre emissões poluentes


A Comissão Europeia criou um novo site que permite comparar os níveis de emissões poluentes em qualquer região dos 27 Estados-membros.

Lançado pela Agência Europeia para o Ambiente, a página reúne dados de mais de 24 mil infra-estruturas de 65 sectores de produção, incluindo os níveis de emissões poluentes no ar, solo e água.

A informação apenas diz respeito, por enquanto, a 2007, mas o objectivo do organismo é actualizar o site todos os anos em Abril.


Fonte: Diário Digital - Portugal


Saiba como usar filtros para refinar as buscas no Google



Por Fernando Panissi

Opções incorporadas à versão brasileira permitem filtrar resultados. Conheça também ferramentas parecidas do Bing e do Yahoo.

Foi-se o tempo em que o mercado de buscadores se limitava ao campo de digitação e ao botão “pesquisar”. Hoje, além dessa busca simples, os mecanismos oferecem diversas opções avançadas, além de inúmeros filtros. Recentemente, por exemplo, o Google liberou opções de filtragem para seus resultados: esta opção, que já existia na versão americana, está presente há cerca de um mês na versão brasileira do site. Nessa coluna vou explicar o que há de especial nessas opções, o que elas trazem de novo e como os usuários podem se beneficiar delas.

Para ter acesso a matéria completa, clique aqui.
Imagem: Internet

Bibliotecas digitais abrem seus acervos


Dos tabletes de argila e pedra ao ciberespaço. Ao longo dos séculos a humanidade buscou as mais diversas maneiras de registrar, armazenar e transmitir idéias e sentimentos. Capaz de transformar mundos, a palavra escrita fez morada nos mais diversos suportes e atravessou o tempo resistindo a guerras, perseguições e transformações tecnológicas. Templos de sabedoria foram erguidos para proteger tantas vozes. Numa história que antecede a do próprio do livro, as bibliotecas atravessaram o tempo e hoje encaram mais uma transformação: a sua configuração no espaço virtual.
No Brasil, instituições públicas têm encabeçado o processo de digitalização de bibliotecas e detêm, no país, os maiores acervos disponibilizados na rede. Um exemplo é a Biblioteca Nacional Digital (bndigital.bn.br), da Fundação Biblioteca Nacional, que possui o maior acervo digital do país com 14.300 itens entre livros, músicas, mapas, fotografias, arquivos sonoros, manuscritos, gravuras e obras raras.
A Paraíba também tem destaque entre os links nacionais, com a Biblioteca Digital Paulo Freire, desenvolvida na UFPB e que reúne as principais obras de um dos maiores educadores do país. Existe uma diferenciação conceitual entre os termos biblioteca digital e biblioteca virtual. No entanto, o que está no centro das discussões trazidas pela transferência e produção de livros para a rede mundial de computadores é a democratização do acesso e o desaparecimento do livro tradicional.
Segundo o biblioteconomista e mestrando em Ciência da Informação, Gustavo Henn, o processo começou bem antes do que pensamos. Já no século passado, Paul Otlet, considerado um dos pais da ciência da informação, sugeriu a microfilmagem, que transformava as obras em negativos e assim facilitava sua preservação e reprodução. A meta ambiciosa de Otlet era criar uma biblioteca central mundial de documentação jurídica, social e cultural.
No encontro anual de 1936, a American Library Association endossou o uso das microformas, mas já antes dessa aceitação oficial foram usadas entre 1927 e 1935 na Biblioteca do Congresso, que microfilmou mais de três milhões de páginas de livros e manuscritos da Biblioteca Britânica. O processo avançou com o passar dos anos e hoje acessar conteúdos bibliográficos via internet se tornou algo comum e com promessas de muitos avanços. Gustavo Henn lembra que inclusive o acelerado avanço tem despertado grandes ambições, como a do Google Books de digitalizar todos os livros do mundo.

Para o biblioteconomista, as bibliotecas digitais promovem um acesso interessante a obras internacionais que não estão disponíveis no país ou aquelas cujas edições já se esgotaram. Ela acredita que o processo de digitalização é inevitável e avança numa velocidade assustadora, mas não acha que a procura pelo livro tradicional vai desaparecer da vida dos leitores. “As novas gerações já estão aprendendo a ler no computador. Se hoje é incômodo para nós fazer leituras longas na tela do computador, para meus filhos, que hoje são pequenos, não será problema. De todo modo, acredito que vai haver uma conivência entre as duas leituras. A digitalização ou o surgimento do livro eletrônico não acabam com o livro tradicional”, opinou Gustavo.

Segundo Vinícius Martins, integrante da equipe da Biblioteca Nacional Digital, atualmente os documentos sonoros lideram os números do acervo com mais de quatro mil itens. Entre o material estão 2.700 são fotografias, 2.200 desenhos, 1.500 gravuras, 70 livros raros, 135 outros livros. Vinícius explicou que quando foi criada, em 2005, a biblioteca deu prioridade ao material iconográfico e por isso não possui um grande número de livros. Quem lidera a oferta de livros na rede é o Portal Domínio Público (http://www.dominiopublico.gov.br/), biblioteca digital do governo brasileiro que foi lançada em 2004 com um acervo inicial de 500 obras. O portal tem como principal objetivo promover o amplo acesso às obras literárias, artísticas e científicas - na forma de textos, sons, imagens e vídeos - já em domínio público ou que tenham a sua divulgação devidamente autorizada.

Algumas instituições também mantêm seus acervos disponibilizados na internet, como é o caso na Universidade Federal de Minas Gerais com a Biblioteca Digital Brasileira de Computação (BDBComp); da Universidade Federal de Santa Catarina com a biblioteca do Núcleo de Pesquisa em informática literatura e lingüística. Ainda temos a Biblioteca Digital da Universidade Estadual de Campinas, a Biblioteca Virtual - Brasil Escola, a da Fundação Joaquim Nabuco, a Biblioteca Virtual em Saúde, entre outras.
Na Paraíba a Biblioteca Digital Paulo Freire (BDPF) (http://www.paulofreire.ufpb.br/) tem destaque nacional. Criada em 2000 na Universidade Federal da Paraíba, a BDPF tem por objetivo principal disponibilizar pressupostos filosóficos, sociológicos e pedagógicos do pensamento freireano. Foi digitalizado o acervo de Paulo Freire no intuito de disponibilizar o acesso mais amplo possível a estes documentos via web.

Na biblioteca podem ser encontrados livros, discursos, cartas e textos didáticos produzidos pelo autor, assim como materiais produzidos sobre ele.


Professor de literatura

Como um verdadeiro agente de viagens para mundos desconhecidos sem sair do lugar, o livro é bem mais que um conjunto de palavras. Na concepção do professor de literatura Rosenberg Frazão, o processo de leitura envolve uma concepção lúdica que tem no manuseio do livro, seu cheiro e textura valores simbólicos na relação com leitor. “Com a digitalização esses detalhes desaparecem, e isso pra mim faz uma grande diferença. No entanto, temos que admitir que para as gerações futuros isso não será problema”, disse o professor.

Para Rosenberg, os livros digitais não têm a mesma portabilidade que o tradicional (mesmo com o livro eletrônico recém desenvolvido), sem falar nas possibilidades de alteração do conteúdo e em uma democratização do acesso, segundo ele, meio fajuta. “Claro que permite um acesso mais fácil a certas obras, mas para determinado público. Para se ter acesso ao material digitalizado é preciso ter um computador, o que não é a realidade de muitos brasileiros. Aliás, nem saber ler não é para todos no Brasil”. Pela experiência de 11 anos em sala de aula, o professor divide os estudantes em três grupos. Segundo ele, a grande maioria não se interessa pela leitura. Um segundo grupo, um pouco menor, faz parte da geração mergulhada no mundo em rede e acessa textos e obras mais pela internet. O terceiro grupo, minoria mais ainda número considerável, é composto pelos que gostam de ler e ainda preferem o livro tradicional. Rosenberg acredita que ainda vai demorar para que o conteúdo eletrônico supere o impresso, mas sabe que o processo é inevitável e reconhece suas vantagens. “Há que se ter cuidado para não tornar a leitura um ato mecânico, fragmentado e sem profundidade”, concluiu o professor.

Imagem: Internet

domingo, 8 de novembro de 2009

Library digital black hole

Mike Heaney of the Bodleian Library


By Maggie Hartford »

Oxford’s Bodleian Library has seen plenty of change in its 400-year history, but the electronic revolution must be its biggest challenge to date, with pundits forecasting that the days of written material will soon be numbered.

However, computerising books is not as simple as enthusiasts hoped. It has opened up a minefield of legal battles and complex issues which are not easily resolved.
Some people see it as a conflict between the world of commerce and the free dissemination of ideas, while others sympathise with artists and writers who are attempting to stop 'piracy’ of their work on the Internet.

Despite its history, or perhaps because of it, the Bodleian is firmly on the side of the electronic future. It was the first UK library to sign up with Google to allow ‘digitisation’ of its out-of-copyright historic books such as Darwin’s Origin of Species, and now it has joined a nationwide campaign to change the law to allow online content to be archived for future researchers.
As one of Britain’s six ‘copyright’ libraries, the Bodleian is entitled to receive, free of charge, a copy of every book, newspaper and journal published in the United Kingdom and the Republic of Ireland. But the powers do not extend to digital material, despite the fact that this was specifically included in the Legal Deposit Libraries Act 2003, hailed at the time as evidence that Britain was in the forefront of the digital revolution.

Mike Heaney, executive secretary at the Bodleian, said: "At the moment, we are not actually empowered to collect anything, despite the fact that a law was passed in parliament six years ago.

“For instance, Barak Obama won the presidency not least because of a very astute web campaign. You can’t capture any of the aspects of that in the UK.

“In the next election here, how much of the campaign will be conducted online? A lot of the action will happen online — not just the Internet, but Twitter and so on. We will not be able to capture any of that for history.”

Because web pages are so ephemeral, much of that material will be lost for ever, he says. He points out that the Bodleian’s collection of so-called incunabula — books printed during the earliest period of typography — is now worth millions of pounds. “The first few years of the Internet are going to be equally valuable as a resource, and we have lost them,” he said.
At the root of the problem is the issue of copyright, and the way the Internet has allowed ‘pirates’ to easily copy the hard work of researchers and writers as well as film-makers and musicians — and freely disseminate it without paying a penny to the makers.
Google’s legal deal with US publishers to give it the right to digitise millions of books is currently being renegotiated after objections from publishers and authors.

The Bodleian’s five-year-old agreement with Google is quite different. It involves books which are ‘out of copyright’, where the author has been dead for more than 70 years. Two digital copies of each book are created: one for Google, and one for Oxford. The Bodleian sees this as a first step in developing a ‘virtual library’ based on its incomparable physical collections.

However, Mr Heaney is frustrated at the UK’s slow progress on archiving web pages and other online resources for scholars. He is offended at the opposition of ‘media barons’, saying that the Bodleian and other libraries have proved themselves ‘careful custodians’ of copyright for many years.

He agrees with publishers that access to their web archives must be limited to people who personally visit each legal deposit library, and restricted to one reader at a dedicated terminal. But he says problems still need to be ironed out. “At the moment, if one scientist wants to read one physical edition of Nature, another one can read a different printed edition at the same time. We need to have the equivalent electronic access.”

He demonstrated another problem, using a web page of The Oxford Times. “If you save the page, you don’t see the same thing that someone else saw at a different time. There is no simple way of capturing the interactive material.”

On The Oxford Times website, the missing material includes the ‘Most Comments’ listing, which could provide future researchers with information about the public interest in a particular news item.

“It can never be straightforward,” he said. “There are real technical difficulties. I can understand why it has taken so long on some of the aspects, but there is other stuff where it is relatively easy.”
The Bodleian pays publishers for electronic access to scholarly journals, which scientists, in particular, have embraced wholeheartedly, and the library deposit scheme would not affect this, he said. For example, the library is spending an extra £1m on electronic journals to create more physical space when the New Bodleian building on the corner of Broad Street starts its three-year refurbishment in 2011.

Will digitisation mean the end of print as we know it? Mr Heaney thinks not. “I work in a 400-year-old library and I have thousands of books at home. But what matters is information; how that information becomes knowledge and insight.

“What we have here in the library is ingredients; the scholars and researchers are the masterchefs who have the skills to make something worthwhile.

“The electronic and information revolution is so enabling, you can’t help but embrace it. Four hundred years ago, would I have bemoaned the introduction of print? It is wonderful that all this happened in my lifetime. I like manuscripts and printed books, and I love the Internet. It is so empowering.”

Fonte: Witney Gazette

sábado, 7 de novembro de 2009

Site de arte contemporânea reúne 10 mil museus e galerias


Um site dedicado à arte contemporânea, o Blablart.com, acaba de ser criado para garantir o acesso a dez mil museus e galerias de todo o mundo e promover a informação e comunicação entre a comunidade e o público interessado.

Os fundadores do projeto são a jornalista portuguesa Maria Manuel Stocker, a curadora espanhola Helena Tatay e o webmaster catalão Alberto Lucas, que tiveram a ideia de construir "um site útil e atual", com informação sobre o setor artístico proveniente de 100 países.

Em entrevista à Agência Lusa, Maria Manuel Stoker disse que a iniciativa surgiu da constatação de que "não havia um único site na internet onde fosse possível visitar o mundo da arte contemporânea em sua globalidade".

"Há muitos sites de arte contemporânea, mas estão orientados por regiões geográficas, ou com um grande foco nos dois lados do Atlântico - Londres, Nova York, Paris - ou então concentrados apenas no mercado americano", explicou.

A jornalista afirmou que "todo o desenvolvimento do mercado da arte contemporânea em Índia, China, Coreia do Sul, Japão, Austrália, Brasil e Oriente Médio não tem grande repercussão nos sites existentes, que se concentram em divulgar apenas as grandes galerias internacionais com representação em Déli ou em Pequim".

Verificada esta "falha de informação organizada" no setor da arte contemporânea, o grupo buscou soluções que unissem simplicidade e, ao mesmo tempo, "um máximo de interatividade entre os usuários e a utilização das tecnologias de imagem sofisticadas, dado que a imagem é fundamental na arte".

Museus ao alcance de um clique

O grupo decidiu criar o Blablart.com - de acesso gratuito para quem se inscrever - que permitisse "a qualquer pessoa visitar as galerias e museus do mundo sem sair do sofá, e com poucos cliques".

É dirigido, sobretudo, a profissionais da arte, galeristas, curadores e artistas, que poderão se comunicar entre si dentro da plataforma e divulgar suas exposições, eventos e obras à comunidade global.

O Blablart é composto por um diretório (intitulado "The Art World") com museus e galerias de cerca de 100 países, que demorou dois anos para ser criado.

Contém ainda uma rede de comunicação ("Who's On") entre todas as galerias e museus que fazem parte do diretório, mas também aberta a artistas, colecionadores ou qualquer interessado em arte.

O "Talk Art" está aberto a quem quiser debater arte contemporânea online, em qualquer língua, assim como o site, que tem a possibilidade de ser traduzido no Google para dezenas de idiomas.

A página inicial do Blabart tem também uma seção de notícias atualizada regularmente que inclui galerias, museus, coleções e também artes performativas.

A jornalista portuguesa considera que o setor da arte contemporânea pode se beneficiar da forma como o site está organizado, "dado o crescimento global do mercado e o interesse também óbvio do público pela cultura".

"O Blablart permite a alguém no sul da Índia visitar os museus do Canadá, as coleções brasileiras ou as galerias de Berlim, sem ter que procurar uma a uma em sites distintos", disse.

Segundo Maria Manuel Stoker, o projeto começou sem financiamento, mas, no ano passado, a empresa Energies Nouvelles começou a apoiar o desenvolvimento da página e o site foi concretizado.

Atualmente, o grupo busca patrocínios e publicidade de empresas e serviços desde energias limpas às seguradoras ou telecomunicações e companhias ligadas ao turismo, "com mais vocação para se anunciarem nas páginas das cidades".

Fonte: UOL

Novo Portal de Periódicos da Capes poderá ser acessado por todas as universidades federais

A partir do dia 11 de novembro, o novo Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) estará disponível a todas as universidades federais do país. O lançamento acontece em Brasília, durante a solenidade de comemoração do 9º aniversário do Portal. O evento está marcado para as 11h, no edifício-sede da Capes.

O novo sistema vai facilitar o acesso à informação científica disponível no Portal de Periódicos. Uma novidade é a possibilidade de realizar buscas integradas no acervo assinado pela Capes, por meio de uma pesquisa por autor, assunto ou palavra-chave. Esse recurso foi desenvolvido pela equipe do Portal com a aquisição das ferramentas Metalib e SFX, da empresa israelense Ex Libris.

O Portal também vai oferecer aos usuários um layout mais amigável e o acesso personalizado ao conteúdo do site, de acordo com a área de interesse do pesquisador. As funcionalidades fazem parte do Projeto de Atualização Funcional e tecnológica do Portal de Periódicos, uma parceria entre a Capes e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). Durante essa etapa de implantação do Projeto, as instituições terão acesso às páginas do antigo e do novo Portal de Periódicos.

WebTV
Durante o aniversário do Portal de Periódicos também será apresentada a Capes WebTV, sistema que se encontra em fase implantação. Ele vai oferecer às instituições participantes uma grade de programação que inclui treinamentos para o uso do Portal de Periódicos, notícias e informações sobre a Capes, além de conteúdo local produzido pelas próprias universidades. Essas informações poderão ser visualizadas em monitores de LCD instalados nos campi das instituições.

Na solenidade está previsto ainda a entrega do Prêmio Capes-Emerald, para projetos de pesquisa nas áreas de Ciência da Informação e Administração, e do Prêmio Systems Link, que vai financiar as melhores propostas de divulgação e treinamento no uso do Portal nas instituições que participam do Programa de Formação de Multiplicadores do Portal de Periódicos (Pró-Multiplicar).

Informações adicionais podem ser obtidas pelos e-mails imprensa@capes.gov.br Este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo e fabio.pereira@capes.gov.br .Este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo Acesse o Portal de Periódicos.

Fonte: Planeta Universitário / Assessoria de Imprensa da Capes

Encontro com a História online

O projecto Biblioteca Digital Mundial apresenta um acervo com mais de mil obras associadas a diversos períodos históricos, entre 1900 e 2009. Os documentos com interesse histórico ou artístico, provenientes de vários pontos do globo, ficam assim ao alcance de todos.

Mapas, livros, diários, manuscritos, fotografias, filmes e registos fonográficos, têm sido transpostos para o formato digital e colocados neste site, democratizando o acesso a dados que de outra forma seriam difíceis de consultar.

A integrar o acervo digital estão obras da Biblioteca de Alexandria, da Universidade de Yale ou das bibliotecas nacionais do Egipto e da Rússia, por exemplo.

Os materiais encontram-se organizados de acordo com categorias como o período histórico, local a que se referem, tópico, tipo de item ou instituição, e cada um deles conta com um texto de apoio (traduzido para português) que contextualiza o visitante com relação à peça.

Fonte: Tek - Portugal

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Acesso a dados públicos esboça avanço da transparência no Brasil

Tendência mundial deve começar para valer a partir de projeto em São Paulo. Permitir a abertura de dados das bases públicas é uma evolução no processo da democracia

Liberar o acesso a dados públicos para uso da sociedade – em formato amigável – é uma tendência no mundo, mas só deve começar para valer no Brasil no fim deste ano, quando o estado de São Paulo lançar o projeto Governo Aberto. O programa vai liberar progressivamente acesso às bases de dados do estado, o que permitirá a desenvolvedores de softwares cruzarem essas informações com maior facilidade, a fim de produzir novos dados relevantes.

Sem acesso direto a essas bases de dados, hoje, um desenvolvedor precisa criar os chamados “programas-robôs”, que “raspam” os da­­­dos dos sites públicos. Somente depois de capturar essas informações é que elas podem ser lidas por computadores, e então, servirão para serem trabalhadas.

Segundo o coordenador do Gru­­­­­po de Apoio Técnico à Ino­­­vação, Roberto Agune, do governo de São Paulo, as informações das bases já constam hoje no site do estado. Porém os formatos em que se encontram não permitem que sejam reordenadas por criadores de softwares. “Vamos fornecer o acesso às bases em formato aberto, de modo que os desenvolvedores não precisarão mais ficar “raspando” os dados”, afirma ele.

A contrapartida, diz ele, para o acesso às bases será o preenchimento de um cadastro, que identificará a pessoa que usar os dados, e a comprometerá a tornar disponível o produto criado a partir da base pública. “O mundo atualmente é colaborativo. Que­­­­remos fazer um banco de produtos a parrir da base de dados, que ficará disponível no próprio site do projeto.”

Agune lembra que a capacidade de o governo usar os próprios dados que dispõe é limitada. Se­­­gundo ele, ao deixar as informações disponíveis, a sociedade poderá criar novos usos para os dados.

Essa filosofia vai ao encontro do pensamento do jornalista e programador de computadores americano Adrian Holovaty. “Governos deveriam fornecer serviços, não visualização de dados. Deveriam focar em coisas que somente eles podem fazer. É relativamente barato tornar dados disponíveis. Depois, qualquer um pode criar uma interface”, afirmou Holovaty, em fevereiro deste ano, em um simpósio promovido pelo governo da Nova Zelândia, sobre acesso a dados abertos.

Entraves públicos

Hoje a dificuldade em obter acesso a bases de dados no Brasil é tamanha que inspirou o evento Transparency HackDay, promovido na semana passada em São Paulo pelos jornalistas Daniela Silva e Pedro Markun, da empresa Esfera. Eles foram os criadores do clone do Blog do Planalto – onde reproduzem o conteúdo do blog oficial da Presidência, permitindo que o inernauta faça comentários, o que não é possível na versão original. No início de outubro, desenvolvedores de softwares, jornalistas e pesquisadores se reuniram para “raspar” dados de sites na rede, a fim de criar aplicativos que tragam transparência e participação nos processos políticos do país. Os trabalhos podem ser co­­­nhecidos no link: http://blog.esfera.mobi/

Outra dificuldade é a falta de transparência na divulgação de dados. O governo federal tem o Portal da Transparência, que traz informações sobre gastos. Os governos estaduais têm portais sobre o assunto, como é caso do Paraná, que divulga suas despesas no site Gestão do Dinheiro Público. Mas, a maior parte dos municípios não possui sistemas que permitem ao cidadão ter informações detalhadas sobre gastos governamentais. Curitiba, por exemplo, não tem. Segundo a prefeitura, está previsto para o início de 2010 o lançamento de um novo portal de contas públicas, que trará dados sobre despesas por secretarias, órgãos e programas. A atualização dos dados será diária.

No Paraná

A preocupação em tornar disponível o acesso a bases não se tornou política pública no Paraná. Segun­­­do a Celepar, não há um projeto nesse sentido em andamento. O site Gestão do Dinheiro Público, da Secretaria da Fa­­zenda, também não deverá tão cedo dar acesso à sua base de dados. Segundo o chefe da Divisão de Processamento de Dados da Sefa, Adolfo Aguilar, por uma questão de orçamentária, a atenção da equipe está voltada em desenvolver um novo sistema de finanças, o que deve ocorrer até o fim de 2011.

Fonte: Gazeta do Povo

sábado, 31 de outubro de 2009

Agência Europeia do Ambiente disponibiliza mapa da poluição sonora na Europa


Mais de 41 milhões de europeus estão expostos a ruído excessivo de tráfego rodoviário nas grandes cidades. Esta é uma das conclusões que pode ser vista no primeiro mapa interactivo de poluição sonora na Europa, lançado pela Agência Europeia do Ambiente (AEA).

Através da base de dados NOISE (Serviço de Observação de Ruído e Informação para a Europa), o utilizador pode saber quantas pessoas estão expostas ao ruído gerado por tráfego aéreo, rodoviário e ferroviário em 102 aglomerados urbanos de grande escala na Europa.

A NOISE fornece dados de 19 dos 32 Estados-membros da AEA e permite analisar o panorama europeu de poluição sonora e fazer comparações com a Directiva do Ruído Ambiental. Através do cruzamento de dados, os utilizadores do mapa interactivo podem ver se a realidade de cada país está de acordo com directiva comunitária.

O mapa da AEA pode ser consultado em http://noise.eionet.europa.eu.

Fonte: Ambiente Online - Portugal

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Empresa de embalagens lança portal de educação ambiental

A empresa de embalagens Tetra Pak está preparando o lançamento do Portal de Educação Ambiental, espaço interativo sobre boas práticas de sustentabilidade. "Nosso principal objetivo é oferecer aos alunos e professores a oportunidade de ampliarem seus conhecimentos sobre os problemas e soluções envolvidos na questão do resíduo sólido urbano", explica Fernando von Zuben, diretor de Meio Ambiente da empresa.

Entre as novidades, o portal traz uma área exclusiva para professores, com orientações detalhadas e dicas de como colocar a teoria em prática na sala de aula. Já na área do aluno, além de informações sobre reciclagem e coleta seletiva, são apresentados vídeos e fotos com detalhes dos processos, e os jovens também podem testar o aprendizado nos jogos interativos.

O Portal de Educação Ambiental é a segunda incursão da empresa na Internet, com foco em sustentabilidade. Em 2008, ela lançou o site Rota da Reciclagem, iniciativa inédita na Internet brasileira: o primeiro buscador específico de pontos de coleta seletiva e reciclagem de embalagens longa vida (caixas de leite, sucos, molhos de tomate e outros alimentos). A Iniciativa já rendeu, desde seu lançamento, mais de 160 mil visitantes e mais de 215 mil buscas por pontos de coleta seletiva.

Rota da Reciclagem: www.rotadareciclagem.com.br
Portal de Educação Ambiental: www.culturaambientalnasescolas.com.br

Fonte: Abril / Agência Envolverde

Portal de informação ambiental PlanetaAzul já está on-line



O portal de “info-consumo” PlanetAzul, que pretende orientar os cibernautas para comportamentos e escolhas de consumo sustentáveis, foi lançado hoje. A nova aposta do grupo About Media junta o público generalista e empresas com preocupações ambientais numa plataforma on-line, onde vários conteúdos informativos, lúdicos e utilitários podem ser acedidos.
Notícias actualizadas diariamente, informação temática, directórios de empresas sustentáveis, roteiros culturais, artigos de opinião e secções interactivas são alguns dos conteúdos que podem ser encontrados em http://www.planetazul.pt. O portal tem ainda dois canais especializados dirigidos ao sector empresarial e à administração local.

«Este portal é, em si mesmo, uma iniciativa de responsabilidade social, uma vez que ajuda as pessoas a adoptarem comportamentos mais amigos do ambiente», afirma Teresa Duarte Neves, a directora-executiva da About Media, empresa que também detém o AmbienteOnline e o jornal Água&Ambiente.

Nos próximos três meses, a About Media prevê que cerca de 300 mil pageviews sejam feitos, o que corresponderá a 45 mil utilizadores únicos. Dentro de um ano, o PlanetAzul deverá atingir os 75 mil utilizadores únicos.

O lançamento deste portal é a resposta ao estudo recente, realizado pela Havas Media, um dos principais grupos internacionais de media – que dá conta que 93 por cento dos portugueses preferem consumir produtos de empresas “verdes” e que 87 por cento da população está sensibilizada para problemáticas como o aquecimento global.

A informação utilitária presente no PlanetAzul vai ter também uma vantagem económica para os utilizadores, além da vertente ambiental. «Por um lado, este tipo de informação reflecte uma consciência social e, por outro, porque as pessoas que adoptam comportamentos sustentáveis ganham, muitas vezes, benefícios para si próprias, em termos de poupança», explica Teresa Duarte Neves.

Fonte: Ambiente Online - Portugal

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Lançada Coleção Digital de Obras Raras da Biblioteca do Senado


"Esse é um avanço extraordinário: estamos colocando a Biblioteca do Senado, a começar por parte de suas obras raras, à disposição do país". Foi dessa forma que o presidente do Senado, José Sarney, saudou o lançamento da Coleção Digital de Obras Raras da Biblioteca Acadêmico Luiz Viana Filho, ocorrido na noite desta terça-feira (27), na própria biblioteca.

Durante a solenidade, também foi anunciada a integração da Biblioteca do Senado ao Catálogo Internacional Coletivo de Registros Bibliográficos, o WorldCat, a maior rede global de bibliotecas. Foi distribuído entre os presentes um DVD com o conteúdo integral, incluindo animações, do livro Novus Orbis, de 1633, considerado um dos primeiros relatos minuciosos sobre o Brasil.
O presidente José Sarney disse não acreditar nas previsões do fim do livro, após o surgimento do seu similar eletrônico. Ele assinalou que não é contra o livro eletrônico ou os avanços tecnológicos, porém opinou que o livro em papel jamais desaparecerá e o classificou como a mais avançada tecnologia que o homem já descobriu.

- Primeiro ele não precisa de energia. Segundo, é de uma praticidade extraordinária: ele cai e não quebra, não precisa de conserto que não seja os de sua conservação e tem todos os programas que se possa pensar e imaginar. Até os que descobriram essas novas tecnologias começaram a descobri-las através do livro - afirmou José Sarney.

A solenidade foi aberta com o pronunciamento da coordenadora-executiva do Programa Senado Cultural, Ana Claudia Badra. Ela lembrou que o lançamento, no ano passado, do manuscrito de O Quinze, de Rachel de Queiroz - graças a uma parceria entre o Senado Cultural e a Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - serviu para mostrar que o caminho da digitalização das obras era inadiável.

A diretora da Biblioteca, Simone Bastos Vieira, explicou que a integração ao WorldCat, a maior rede global de bibliotecas, dará visibilidade completa ao acervo do Senado, pois permitirá que os internautas façam buscas no acervo da Casa através de pesquisas em populares mecanismos de busca como o Google e o Yahoo.

Simone Vieira disse ainda que a Biblioteca do Senado vai oferecer na internet a parcela mais valiosa de seu acervo: 340 dos 6,5 mil títulos que compõem a coleção de Obras Raras. Os livros foram digitalizados e já estão disponíveis em formato eletrônico no site da Biblioteca Digital: http://www2.senado.gov.br/bdsf/

Fonte: Roberto Homem / Agência Senado

Mais de 1,7 mil registros de imigrantes já estão disponíveis na internet


O Arquivo Público do Estado do Espírito Santo (APEES) - órgão vinculado à Secretaria da Estado da Cultura (Secult) - atualizou o site do Projeto Imigrantes com 1.715 novos registros de estrangeiros que entraram no Estado. Ao todo já são 52.197 pessoas cadastradas.

Os nomes estão disponíveis para consulta no site, que foi especialmente desenvolvido para o projeto. Desta vez, o destaque é para os sírio-libaneses, com 291 novos registros, entre indivíduos de outras 63 nacionalidades.

Os novos registros referem-se aos imigrantes de diversos países que possuem cadastro nos Prontuários da Polícia Civil, cujo acervo foi recolhido pelo Arquivo Público. A maioria dos documentos é de estrangeiros que entraram no Estado no início do século XX.

Os prontuários trazem diversos dados pessoais dos imigrantes, na maioria dos casos com as respectivas fotografias. Porém, não informam a data de entrada dos titulares no Espírito Santo. Neste caso, a data base é aquela constante na produção do documento.

Guerra

Entre 1925 e 1957, com destaque para os anos durante a Segunda Guerra Mundial, foi produzida a maioria dos prontuários. Somente no ano de 1938 foram produzidos 25% desses documentos. Por causa do conflito mundial os estrangeiros que moravam no Brasil eram obrigados a se identificar junto à Polícia Civil no País. Para muitos prontuários, os imigrantes já constavam na base de dados e deste modo as informações foram acrescidas aos registros já existentes.

Desta vez, os destaques são para os libaneses, com 249 novos registros, e os sírios, com 42 novos imigrantes. Além destes, incluem-se outros 401 portugueses, 331 italianos, 163 alemães, 152 norte-americanos, 80 espanhóis e 56 poloneses.

Para as novas nacionalidades os destaques são para os 12 imigrantes da ilha de Barbados, no Caribe, descendentes de escravos africanos, e 10 japoneses.

Base de dados online

A base de dados do projeto na internet aproxima-se de um milhão de consultas, totalizando 72 mil acessos. A página foi lançada oficialmente em fevereiro de 2008, por ocasião das comemorações do Centenário do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo.

O projeto contém a relação de mais de 52 mil nomes de imigrantes, provenientes de diversas nacionalidades, que chegaram ao Espírito Santo a partir de 1812. No site, os interessados podem obter dados referentes a 15.000 grupos familiares, num total de 12.500 tipos diferentes de sobrenomes.

O projeto de informatização das listas de passageiros dos navios foi publicado online devido à grande procura por parte dos descendentes dos imigrantes, que constantemente procuram a instituição em busca por informações sobre as origens dos seus antepassados.

Além da base de dados estão disponíveis também diversas páginas com informações adicionais, links, documentos digitalizados, dados estatísticos, históricos, entre outras informações. São milhares de italianos, alemães, pomeranos, espanhóis, portugueses, poloneses, holandeses, belgas, luxemburgueses, suíços, austríacos, franceses e russos. Além dos europeus, o projeto também tem o registro de entrada de imigrantes de outros continentes, como: os sírios, libaneses, chineses, da Ásia; os norte-americanos e até mesmo descendentes de escravos da ilha de Barbados, no Caribe, que entraram no Espírito Santo nas primeiras décadas do século XX.

Informações

Os dados do projeto já são considerados os mais completos dentre outras bases de dados sobre o mesmo tema disponível ao público. Para cada imigrante é possível se obter até 50 tipos diferentes de informações.

Além disso, o Projeto Imigrantes Espírito Santo permite a interação com os descendentes que diariamente fornecem cópias de documentos e até mesmo as fotografias dos seus antepassados. Essa parceria vem permitindo aos familiares colaborar com o resgate da história de cada imigrante e ao mesmo tempo os documentos fornecidos complementam os dados não encontrados nos documentos do Arquivo Público.

Os dados sobre os imigrantes que entraram no Espírito Santo entre 1812 e 1950 podem ser consultados nos seguintes endereços: www.imigrantes.es.gov.br e www.ape.es.gov.br/imigrantes

Fonte: Gazeta On-line

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Produção Científica


Palestra sobre 'Produção Científica', proferida por Carlos Coimbra Júnior, pesquisador do Departamento de Endemias Samuel Pessoa (DENSP/ENSP) e editor da Revista Cadernos de Saúde Pública, durante o Ciclo de Palestra realizado no auditório Térreo da Ensp no dia 22 de outubro de 2009.

Os arquivos estão disponíveis para leitura, audição e/ou download abaixo:

Disponível em aúdio (wma)
Disponível em powerpoint (ppt)

Dica da KennyaBiblioUFF

Nova biblioteca digital de Web semântica


A primeira biblioteca digital de Web semântica italiana foi apresentada oficialmente em Milão.

Criada no âmbito do projecto «ICT Milano Città Cablata - Biblioteca Aperta di Milano», a nova biblioteca consiste numa infra-estrutura tecnológica que permite aos cibernautas acederem a conteúdos culturais digitalizados associados a informação que determina o seu contexto semântico.

Os primeiros documentos disponibilizados na plataforma dizem respeito a música milanesa do século XIX, detidos por várias instituições públicas da cidade. Com esta iniciativa, as autoridades de Milão pretendem facilitar o acesso a estes documentos por parte de investigadores.


Fonte: IGov

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Portal traz história do antissemitismo e dos sobreviventes do Holocausto



Novo arquivo virtual disponibiliza testemunhos e inventários inéditos sobre a perseguição aos judeus

"Queremos sensibilizar a opinião pública e acadêmica para a história do Brasil contemporâneo relacionada à perseguição nazista aos judeus e ao antissemitismo", diz a professora Maria Tucci Carneiro, do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), da Universidade de São Paulo (USP). Ela coordena o projeto Laboratório de Estudos de Etnicidade, Racismo e Discriminação (Leer) que tem como objetivo disponibilizar na internet o Arquivo Virtual do Holocausto e Antissemetismo (Arqshoah).

No ar desde sábado, o portal (h ttp://www.arqshoah.com.br/ ) ai tornar públicos documentos oficiais que mostram a postura do Brasil diante do Holocausto, incluindo os que foram produzidos por diplomatas durante a Segunda Guerra Mundial, além de testemunhos e inventários dos sobreviventes que vivem no Brasil. Professores interessados em trabalhar o tema em sala de aula poderão contar com vídeos das entrevistas com os sobreviventes e uma biblioteca virtual, entre outros materiais.

A vasta documentação de mais de 30 anos de pesquisas nos arquivos do Brasil e do exterior (realizada pela professora Tucci Carneiro) está à disposição do público, junto a outras informações como nomes e histórias das pessoas que ajudaram a salvar os judeus da perseguição e rotas de fuga usadas pelos refugiados. Há links para artistas e intelectuais judeus que se refugiaram no Brasil, como, por exemplo, o escritor Stefan Zweig, o pintor Lasar Segall e o jornalista e escritor Otto Maria Carpeaux, que aqui chegaram em 1939.

Parcerias

Vale destacar a atuação de Aracy de Carvalho Guimarães Rosa, funcionária do escritório de passaportes em Hamburgo entre 1936 e 1942, mais tarde esposa de Guimarães Rosa. Contrariando as ordens do Itamaraty, Aracy ajudou a salvar judeus alemães ao conseguir vistos para o Brasil. Constituem outra fonte de pesquisas as referências do inventário dos sobreviventes, com dados pessoais, documentos tipo passaportes, fotografias, passagens de navio, bibliografia sobre o tema, e espaço reservado para documentação e estudos sobre ciganos, homossexuais e Testemunhas de Jeová, minorias também excluídas pelos nazistas.

Maria Luiza considera importantes a abertura dos arquivos ditos "secretos" e "confidenciais" e a divulgação de documentos até então desconhecidos. Segundo ela, um dos objetivos é trazer ao público parte desses "documentos encontrados em alguns arquivos, mas até então inéditos".

O Arquivo Virtual do Holocausto e Antissemitismo tem apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), das Pró-Reitorias de Cultura e Extensão Universitária e de Pesquisa da USP, da B'Nai B'rith, do Leer e da Cyrella Brazil. Do projeto faz parte, ainda, o segmento "Adote um Bolsista", direcionado para a capacitação de recursos junto a empresas e fundações interessadas em participar da iniciativa.

Fonte: Portal do Governo/SP - Agência Imprensa Oficial
Imagem: Internet

+ História de sobreviventes

Dossiê virtual contra a corrupção no Brasil

Diz o senso comum que o brasileiro tem dificuldade de relembrar os acontecimentos políticos recentes, especialmente os escândalos de corrupção. E eles são tão comuns na história do país que exigem mesmo grande capacidade de armazenamento da nossa memória. Para não nos deixar esquecê-los, foi criado o Museu da Corrupção online (www.muco.com.br), vencedor do Prêmio Esso de Jornalismo 2009 de Melhor Contribuição à Imprensa ao lado do site Congresso em Foco ( www.congressoemfoco.com.br ). O museu virtual se propõe a reunir em seu ambiente os casos de corrupção que marcaram o Brasil desde o descobrimento até os dias de hoje.

"O escândalo que nasce hoje põe em escanteio o que nasceu ontem. O que importa é exibir, expor a corrupção. A investigação e a denúncia jornalística nos (a imprensa) mostraram impotentes, então, criamos um banco de dados para evitar que os acontecimentos fossem irremediavelmente perdidos", afirma Moisés Rabinovici, diretor do projeto, mantido pelo jornal Diário do Comércio, de São Paulo. Segundo ele, é uma forma de "fazer um jornalismo participante e formativo". Estão disponíveis, por enquanto, os escândalos a partir de 1964, mas já existe uma equipe trabalhando para recuperar os anos anteriores, uma retrospectiva que remonta aos tempos coloniais.

Da ideia do banco de dados surgiu a de expor as informações de uma forma atraente. Então, o arquiteto mineiro Rodrigo Araújo Moreira foi convidado para criar um museu virtual. "Procuramos um veio que evita a monotonia da visitação ao site, que seja gratificante ao internauta", explica o diretor. O visitante, ao entrar na página da internet, encontrará a imagem de um prédio triangular transparente, "porque é como o Brasil deve ser", segundo Moisés, e "segue" para o saguão principal de onde avista as salas de exibição. Elas estão divididas entre Hall de casos, Sala dos escândalos, Operações da Polícia Federal, Sala das CPIs.

O museu também oferece irreverência a seus visitantes - desde o lançamento, em abril deste ano, foram registradas mais de 800 mil visitas. Nos anexos, tem uma agência de viagens (mostra os roteiros de viagens dos deputados federais com as passagens aéreas utilizadas irregularmente), uma casa de ferramentas que ajuda o eleitor a localizar o deputado na internet, uma pizzaria (afinal, muitas coisas no Brasil terminam em pizza), onde o cardápio apresenta vários casos de corrupção.

Também é possível mandar cartões-postais de locais que simbolizam escândalos no país - como a ponte Forte-Redinha, do Rio Grande do Norte, alvo de investigação de superfaturamento - e ver os arquivos multimídia sobre corrupção que circulam na internet.

Parlamento - O Congresso em Foco, na internet desde 2004, é um site especializado na cobertura jornalística do Congresso Nacional e dos principais fatos políticos de Brasília (DF). Ganhou notoriedade neste ano por revelar o uso irregular de passagens aéreas por parlamentares, escândalo conhecido como a "Farra das passagens aéreas". O site informou sobre como as passagens de uso exclusivo parlamentar eram ofertadasa parentes e amigos e comercializadas em um mercado paralelo.

Fonte: Diário de Pernambuco

Obra de Oiticica em acervo digitalizado



Grande parte da obra de Hélio Oiticica está preservada no site do Itaú Cultural ( www.itaucultural.org.br ), através do “Programa Hélio Oiticica”, que teve como coordenadora de pesquisa a curadora de arte Lisette Lagnado. A iniciativa disponibiliza ao público, gratuitamente, parte dos documentos do artista. Sobre o programa falou ao Caderno 3, o Superintendente de Atividades Culturais do Itaú Cultural, Eduardo Saron

Em que consiste o Programa Hélio Oiticica?

O site Programa Hélio Oiticica é o resultado de uma parceria entre o Itaú Cultural e o Projeto Hélio Oiticica. Seu objetivo é disponibilizar ao público uma parte dos documentos do artista, arquivados na sede do Projeto HO no Rio de Janeiro. Esses documentos foram trazidos para São Paulo para serem catalogados, digitalizados em versão fac-similar e tratados para que sua deterioração fosse retardada, totalizando mais de 5000 páginas. A trajetória dos escritos de Hélio Oiticica se estende de 1952 a 1980.

Há quanto tempo existe o site?

A pesquisa que resultou neste site foi desenvolvida entre setembro de 1999 e junho de 2002.

Como funciona o projeto? De que forma o público pode ter acesso às informações sobre a obra de Oiticica?

A documentação encontra-se disponível apenas no site. A pesquisa pode ser feita das seguintes formas: a partir da página inicial (home) – basta clicar nos links, organizados em nove blocos temáticos, para ter acesso a uma versão resumida da ficha catalográfica e às imagens dos documentos; navegando pela malha conceitual - ao clicar em uma das imagens da página inicial ou no item Malha Conceitual (do formulário de procura avançada ou da ficha catalográfica de algum documento), o consulente é levado para uma malha formada pelos conceitos de Hélio Oiticica. A malha traz imagens das obras de Oiticica e, em alguns casos, excertos de seus textos. Cada conceito da malha trará automaticamente uma lista de documentos associados a ele. Em relação às imagens das obras, basta colocar o mouse sobre uma delas que sua ficha técnica é apresentada. Um clique sobre a imagem faz com que ela seja ampliada em nova janela. Por meio de pesquisa simples - na página inicial, há um campo intitulado “procura documentos”, onde o consulente pode digitar a expressão que desejar, clicando em seguida no botão “OK”. O texto digitado servirá para uma busca na ficha catalográfica, e não conteúdo dos documentos. Através da procura avançada, o formulário de procura avançada traz 15 campos da ficha catalográfica dos documentos (tombo, tipo de documento, série, espécie, data do documento, nomes próprios, endereços, palavras chaves, conceitos próprios, conceitos de outrem, obras próprias, obras de outrem, movimentos / tendências / correntes, exposições / eventos / festivais.

Fale sobre o acervo do programa. Que documentos compõem o arquivo do projeto (são fotos ou textos escritos pelo próprio artista)?

O site do Programa Hélio Oiticica contém o catálogo dos documentos pertencentes ao Arquivo Hélio Oiticica e um conjunto de verbetes que procura dar conta do universo de conceitos e obras de Hélio Oiticica. Dentre os documentos de Hélio Oiticica, podemos encontrar: agenda, caderno, fichários, notebook, entrevistas, textos para catálogos, plantas, projetos, texto sobre arte.

Diante do último acontecimento sobre o incêndio da obra de Oiticica, que considerações o senhor pode fazer sobre o assunto?

O incêndio no acervo do Projeto Hélio Oiticica é mais um fato a se lamentar sobre a preservação da memória artística brasileira. É preciso que a sociedade e o governo se mobilizem para criar ações e projetos quanto à guarda, manutenção, catalogação de acervos públicos ou mesmo de suporte e prestação de serviços a acervos particulares.

Em sua opinião, de que forma o programa do Itaú Cultural pode ajudar na divulgação e na conservação das obras do artista?

A catalogação e a disponibilização via site de versões fac-similares digitais permitem que, apesar da dispersão e a possível perda de documentos de e sobre artistas, pesquisadores e público em geral tenham acesso ao conjunto de uma determinada produção, bem como ter um olhar global sobre a arte no Brasil.

O programa Hélio Oiticica só funciona virtualmente, pelo acesso ao site do Itaú, ou vocês têm outros mecanismos de pesquisa?

Para ampliar a democratização do acesso a bens culturais, o Itaú Cultural disponibiliza todo o projeto na internet, de modo gratuito.

Até hoje, qual é o número de acessos ao site do programa?

O site do Itaú Cultural tem uma medida de 800 mil acessos únicos por mês.

Como surgiu a ideia de criar um acervo virtual?

O Programa Hélio Oiticica é uma decorrência da experiência do Itaú Cultural na sistematização de informações aplicadas ao acervo do Projeto Hélio Oiticica. A ideia de criação de acervos virtuais está na origem do Itaú Cultural. Fundado a partir da atuação do Banco Itaú, o instituto criou em 1987 o Banco de Dados Informatizado Instituto Itaú Cultural, que tinha como objetivo coletar e tornar públicas informações sobre as artes e cultura no Brasil. O projeto deu origem às Enciclopédias Itaú Cultural, abrigadas no site do instituto.

Quais são as vantagens desse tipo de pesquisa para o público brasileiro, principalmente, para os estudantes?

Aberto ao público em 1989, muito antes da popularização da internet no país, esse banco de dados era inicialmente acessado somente na sede do Instituto Itaú. Em 1999, ele se torna disponível pela internet e, dois anos depois, com base nesse acervo, a primeira das Enciclopédias, dedicada às Artes Visuais, é lançada. Esse processo só foi possível com o contínuo investimento do Itaú Cultural em pesquisa, coleta, tratamento e informatização de dados. As vantagens desse processo de informatização de dados desenvolvidos pelo Instituto são muitas. Por serem bases eletrônicas, disponíveis na internet, o programa possibilita o acesso fácil, rápido e gratuito a um público amplo. O que contribui para a formação cultural de milhares de estudantes brasileiros.

Em sua opinião, qual é a importância da obra e do artista Hélio Oiticica para a cultura brasileira?

Hélio Oiticica foi um artista excepcional e brilhante, à frente do seu tempo. O artista é uma das maiores referências internacionais da nossa arte. Suas obras envolviam além do fazer artístico um minucioso planejamento conceitual e permitiram que o público abandonasse o papel de espectador e se tornasse parte da produção de arte. Hélio com seus Parangolés , Bólides e Metaesquema, visava a interação com o público. Sua arte é altamente experimental, de caráter, livre, além de se voltar para a realidade do país .

Cinema
Vida e obra de Oiticica entre curtas


São vários os filmes que se dedicam a contar ou, ao menos citar, a trajetória do performer e multifacetado artista Hélio Oiticica.

No site Curta Petrobras, por exemplo, é possível assistir a alguns filmes, como “H.O.”, que tem a atuação do próprio Hélio, ao lado de Caetano Veloso, Carlinhos do Pandeiro, Ferreira Gullar, Lygia Clark, Mildo da Mangueira, Nininha e Waly Salomão. Com 13 minutos de duração, o curta do diretor Ivan Cardoso tem texto poético de Haroldo de Campos e focaliza a obra de Oiticica.

Já “À meia noite com Glauber Rocha”, do mesmo diretor, tem 16 minutos. No site, a descrição é um tanto curiosa: “O olho vorticista do ivampirante Ivan escolheu os seus totens, elegeu os seus emblemas, regeu em diadema os seus temas. Este filminvenção glauberélico, helioglauberiano, é uma partitura de iluminuras em mosaico, belas e brutas como pedras recém-saídas de seus geodos”.

O curta tem novamente a participação de nomes como os de Caetano Veloso no elenco, além de Danuza Leão, Glauber Rocha, Hugo Carvana, João Ubaldo Ribeiro, José Lewgoy, José Mojica Marins, Luiz Carlos Saldanha e vários outros. A lista é grande.

“Heliorama” é uma produção de 2004 que também entra pro rol dos filmes de Ivan Cardoso. A montagem reúne cinejornais, trailers, clipes e outros fragmentos de som e imagem do artista plástico. Com 14 minutos de duração, o curta foi produzido com patrocínio da Petrobras.

Cosmococa
“Cheirandocosmococa Bunel”, por sua vez, do diretor Silvio Tavares, é uma apropriação em vídeo da série fotográfica realizada, nos anos 70, por Oiticica e Neville D´Almeida, intitulada Cosmococa. A obra de Hélio nasceu de seu descontentamento com a linguagem cinema. Incomodava-lhe, no meio, a relação espectador-espetáculo. Uma inatividade hipnotizante do último devia ser rompida, e o público portar-se-ia de maneira insubmissa. Os artistas forjavam um espaço suave, mas não domesticável, onde o ritmo das coisas deveria ser desnaturalizado. Junto a uma banda sonora distinta se passam imagens sequenciadas ou não de slides, com imagens de Hendrix, cobertos por cocaína.

FIQUE POR DENTRO
Programa Oiticica: arte e educação para todos

No site do Itaú Cultural, o link Percurso Educativo, dedicado à Arte Efêmera, destaca Hélio Oiticica como um dos artistas que subverteram o cenário dos anos 1960 e 1970, ao lado de nomes como Cildo Meireles, Lygia Pape e Nelson Leirner. O material, direcionado ao auxílio ou como ferramenta de apoio para professores na preparação de aulas, destaca a vida do artista, assim como informações sobre sua obra e críticas ao trabalho. Já no verbete dedicado a Hélio Oiticica na Enciclopédia de Artes Visuais, o público encontra a biografia do artista, com comentários e textos críticos, histórico, depoimentos sobre sua obra e fontes de pesquisa, além de informações sobre suas exposições – individuais, coletivas e póstumas. Lançado no site do instituto em 2002, o programa teve como objetivo disponibilizar ao público grande parte dos documentos de Oiticica, arquivados na sede do Projeto Hélio Oiticica, no Rio de Janeiro. O acervo, composto por documentos, anotações e entrevistas com o artista, começou a ser catalogado e digitalizado a partir de 1999, em versão fac-similar, totalizando mais de 5.000 páginas. Não há registros de outro projeto de digitalização da obra do artista.

Fonte: Ana Cecília Soares - Diário do Nordeste

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Site reúne todo o acervo do Prêmio Vladimir Herzog



Será lançado oficialmente no próximo sábado (24), às 11h30, o site com o conteúdo dos trabalhos vencedores dos prêmios Vladimir Herzog de Anistia e de Direitos Humanos desde a sua primeira edição, em 1979. O projeto foi elaborado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República e pelo Centro de Informação da ONU para o Brasil em parceria com o Instituto Vladimir Herzog e o Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo. Na sequência do lançamento do portal haverá um debate sobre as novas tecnologias e o futuro dos jornalistas. Os dois eventos acontecerão no espaço Vladimir Herzog.


O novo site vai possibilitar aos internautas, em especial jornalistas e estudantes, o acesso a todas as informações das reportagens premiadas ao longo dos últimos 30 anos de realização do Prêmio. O foi digitalizado e todo o acervo estará disponível para pesquisa. Esse material poderá ser consultado a partir do dia 24.

Ivo Herzog explica que o novo portal tem um importante objetivo de preservar o acervo do Prêmio Vladimir Herzog. "Foi feito um trabalho exaustivo de pesquisa e conseguimos os arquivos completos de quase todos os trabalhos. Esse é um registro histórico e uma forma de preservar e democratizar todo o conteúdo já premiado". Herzog acrescenta que ainda faltam 205 reportagens para serem digitalizadas. "São materiais cujos arquivos se perderam. Portanto, pedimos aos premiados que verifiquem o site e nos ajude a completá-lo".

O lançamento do site antecede uma discussão que colocará em pauta uma nova realidade que se apresenta para a área de comunicação. Caio Túlio Costa, Rodrigo Savazoni e Igor Ribeiro participam do debate com o tema: "Nenhuma Lei, Novas Tecnologias: o Futuro dos Jornalistas e do Jornalismo". "O objetivo é discutir a nova situação com o público formador de opinião, levantar questões relativas ao setor e mostrar o cotidiano abordando a questão legal e situações, como, por exemplo, em que um telefone celular basta como instrumento de trabalho", conclui Herzog.

O Espaço Vladimir Herzog fica na rua Rego Freitas 530 - sobreloja - Centro, em São Paulo.

Fonte: Portal Imprensa

Projeto permite criação coletiva de mapas na web



O conceito de colaboração do software livre para construir programas também está presente no serviço de pesquisa e visualização de mapas e imagens da Terra. A novidade foi apresentada no primeiro dia da 6ª Conferência Latino-Americana de Software Livre – Latinoware 2009, em Foz do Iguaçu.

O “OpenStreetMap” (http://www.openstreetmap.org/) é um projeto interativo que visa a construção de uma base de dados OpenSource de pontos de interesse em todo o mundo. Ou seja, os usuários podem atuar de forma participativa e criativa no seu crescimento. Seria uma espécie de Wikipedia (a enciclopédia livre que todos podem editar), porém focado no mapeamento do mundo.

A idéia do projeto surgiu a partir de uma análise crítica sobre as principais bases cartográficas gratuitas disponíveis na web. Leia-se Google Maps, Yahoo Maps e Bing Maps. Estas ferramentas, apesar de não terem nenhum custo de licença, apresentam restrições técnicas e legais na sua utilização.

No Google Maps a reprodução das imagens é regulada, sendo necessária autorização para o uso, por exemplo, em panfletos comerciais. Já no OpenStreetMap é possível fazer uso do conteúdo dentro dos parâmetros Creative Commons (projeto sem fins lucrativos que oferece licenças flexíveis para obras intelectuais).

A diferença entre os programas foi abordada na palestra do arquiteto de soluções Rafael Almeida Fernandes Soto. “Pense no morador de uma cidade do interior, que deseja mapear seu município. No Google, a participação dele é inibida, a pessoa não vai conseguir colaborar, mapear a rua onde mora ou corrigir eventuais erros de informação. No OpenStreetMap isso é possível”, diferenciou.

Criado em agosto de 2005, OpenStreetMap já está presente em 22.457 cidades, de mais de 200 países, mapeando 33 mil quilômetros de estradas e avenidas em todo o planeta. Tudo isso possível graças à ajuda de 180 mil usuários/editores. No Brasil, onde está no ar desde junho deste ano, o programa conta com 100 usuários, nas principais capitais do País.

O barato nessa brincadeira é que não é preciso muito conhecimento sobre geoprocessamento para ser um editor. Com uso de um aparelho de GPS, um mp3, um celular ou simples anotações em uma folha de papel, o cidadão pode contribuir. Basta catalogar as informações sobre ruas e avenidas desejadas, fazer um cadastro no site (nome e e-mail) e depois publicar ou corrigir as informações.

“Dentro do conceito de criar uma comunidade divertida, foram criadas ferramentas de diferentes formatos, do mais básico aos mais técnicos. Durante uma corrida ou um passeio de bicicleta, você sincronizar o seu aparelho com o site e indicar coordenadas desconhecidos pelo site. Com poucos toques, qualquer pessoa pode atualizar o projeto”, explicou. Segundo ele, até a Casa Branca utiliza esse conceito para construção de mapas virtuais.

A 6ª Conferência Latino-americana de Software Livre – Latinoware 2009 reúne cerca de 4 mil usuários das mais diversas linguagens, tecnologias, sistemas operacionais e outras correntes tecnológicas relacionadas ao software livre. As atividades seguem até o próximo sábado, dia 24, no Parque Tecnológico Itaipu (PTI).

Fonte: O Farol

Iniciativa semelhante na Europa: Mapas personalizáveis

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Einstein Digital

"Tudo deveria se tornar o mais simples possível, mas não simplificado."


Seleção de links para os querem se aprofundar na compreensão deste grande físico alemão

The Albert Einstein Archives

Einstein Archives Online

Einstein Papers Project

Einstein Image and Impact

FBI

Official Site

Princeton University Press Albert Einstein Web Page

The Time 100

Informação livre: Copie, imprima, distribua, envie por email, carta, fax, rádio, TV. Mantenha o texto e os créditos na íntegra.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Nova ferramenta de busca é lançada na Web 2.0 Summit


A versão beta da Wowd ( www.wowd.com ), uma nova ferramenta de busca em tempo real, será lançada na Web 2.0 Summit, nesta terça-feira, em São Francisco, nos Estados Unidos. A sexta edição do evento, que se realiza até quinta-feira, tem, entre seus principais objetivos, debater formas de aprimorar o uso de ferramentas e princípios da Web 2.0 para otimizar os negócios.

A Wowd, empresa fundada em 2007, anunciou que a versão pode ser baixada gratuitamente em seu site. A ferramenta propõe um novo conceito de busca focando descobertas, novas tendências, últimas notícias, assuntos de redes sociais e páginas populares da web.
"O volume e a velocidade das novas informações na web são opressores. As pessoas simplesmente não têm tempo de se manter atualizadas na enxurrada de dados em tempo real. A Wowd resolve esse problema oferecendo uma alternativa dento das ferramentas de busca das últimas décadas", disse Mark Drummond, CEO da Wowd Inc.

A Wowd usa como base de suas buscas o histórico de navegação daqueles que usam o browser da empresa. Ou seja, uma simples visita a um site permite o registro do conteúdo acessado em um banco de dados.

Assim, a Wowd acredita que seu buscador consiga um mergulho na inteligência coletiva dos internautas. Conteúdos de páginas de toda a web ficam registrados - como o Twitter, blogs e outras redes sociais - e o resultado das buscas seria sempre um conteúdo popular e atualizado.
Os aplicativos da Wowd, tanto o navegador quanto a ferramenta de busca, estão disponíveis para Mac, PC e Linux, gratuitamente.

Fonte: Terra

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

As sociedades e a busca da informação crítica



Por Rogério Santana Lourenço

Muito legal o tema da conferência (dica do efeefe, aqui do Fórum) que vai ocorrer dias 13 e 14 de novembro, em Amsterdam, Holanda. O encontro coloca uma questão muito pertinente, por sinal, a esse Fórum de Cultura Digital. Procurar, buscar apenas, ou questionar? Em termos de fontes confiáveis, essa é uma questão política e tecnológica, o que, em termos antropológicos, é a mesma coisa.

O encontro tem a proposta de discutir os seguintes assuntos:

- Como a idéia de “máquinas inteligentes” influencia campos do saber que têm a “organização do conhecimento” como área?
- Como os aspectos jurídicos, legais, estão dispostos nessas configurações tecnológicas?
- O que fazer com a ubiquidade do Google? Estaria esta empresa afetando os modos como o conhecimento se distribui, bem como as práticas culturais?
- Há um papel hegemônico na atuação dessas empresas? Não apenas o Google, mas o Bing ( Yahoo/ Microsoft) e outras? Estariam elas alterando os fluxos culturais, como no caso dos saberes tradicionais que não estão na internet? Como seria uma regulação desse fluxo?
- Levando em conta os avanços trabalhos com arte e design da informação, como obter interfaces mias sofisticadas, mais centradas na usabilidade? Como melhorar as formas de apresentar os resultados?
- Quais são as alternativas existentes, em software, em redes e, para o usuário, que desafiam os atuais paradigmas ( ou paradogmas, heheh) existentes…

Os temas da Conferência
Sociedades de busca
Direitos Civis Digitais e Estudo Crítico da Mídia.
Buscas Alternativas
A “Googlelização” de tudo
Arte e Máquinas

Mais na página do evento com outras informações.

O legal disso tudo, é que há uma variedade de sites que se dedicam a discutir isso de vários pontos de vista: de negócios, de publicidade, de Ciência da Informação…sinal de que a web é pervasiva. Aqui, por exemplo, uma lista bem legal dos “sites de busca” que já existiram (existe uma lista em português, mas não tão atualizada).

Novamente, o assunto meta tags, em evidência. Indexação e informação. E e ai, na cultura Digital quem diz o que é um documento?




Fonte: Cultura Digital

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Geociências ganha portal de revistas



O Portal de Periódicos Eletrônicos em Geociências (PPeGeo) será lançado na sexta-feira (16/10), durante o 11º Simpósio de Geologia do Sudeste, em Águas de São Pedro (SP).

Iniciativa da Biblioteca do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo e da Sociedade Brasileira de Geologia, o portal foi criado para reunir as revistas da área em um único endereço na internet a fim de facilitar a divulgação e a busca da informação geológica.

Para a construção está sendo utilizada a metodologia SciELO (Bireme/FAPESP) e, em um primeiro momento, serão disponibilizados os últimos fascículos dos periódicos publicados pelas universidades estaduais paulistas e pelo Instituto Geológico.

Os responsáveis pelo portal esperam agregar mais títulos por meio da adesão dos editores. Mais informações sobre adesões com Erica Moreschi de Oliveira, pelo e-mail moreschi@usp.br.

PPeGeo: www.ppegeo.igc.usp.br.


Fonte: Agência Fapesp

Câmara lança Biblioteca Digital na internet

O projeto da Biblioteca Digital foi desenvolvido pelo Centro de Documentação e Informação (Cedi), em parceria com o Centro de Informática (Cenin) da Câmara.

Foi inaugurada nesta manhã, no Salão Nobre da Câmara, a Biblioteca Digital na internet, a solenidade contou com a presença do presidente da Câmara, Michel Temer.

Ao acessar a biblioteca ( http://bd.camara.gov.br ), o cidadão poderá consultar um amplo acervo de documentos digitalizados, como estudos técnicos, livros raros, relatórios de comissões, vídeos e livros em áudio, que poderão ser baixados em qualquer computador.

"Essa é uma forma de ampliar e melhorar as possibilidades de acesso à informação legislativa, facultando ao cidadão a consulta aos documentos que a Câmara possui, e de tornar mais fácil para a população acessá-los", explica a gerente do projeto, Janice Silveira.

O projeto da Biblioteca Digital foi desenvolvido pelo Centro de Documentação e Informação (Cedi), em parceria com o Centro de Informática (Cenin) da Câmara.

A ferramenta que dá suporte à Biblioteca Digital é o software livre DSpace, indicado para a criação de repositórios digitais, customizado pelo Cenin.

Fonte: Guia Global

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

15 sites de aprendizagem


O Google é o melhor amigo do internauta, e o pior inimigo também . Basta escrever o que procurar na caixa de pesquisa e de imediato o Google apresenta-lhe inúmeros sites com a informação que procura. Aqui é que reside o problema esses site apresentados pelo Google podem não ter qualquer relevância para nós! por isso apresento aqui hoje uma lista dos melhores sites de aprendizagem com a autoria da revista PC Plus , uma lista que fará parte de um conjunto de artigos com outros sites de relevância, que aconselho a guardar nos favoritos porque um dia vão ser sites muito úteis!

eHow
Se você estiver em dúvida sobre como fazer algo, visite o eHow. Desde como polir o seu carro até como mudar de ISP, o site não se acanha em temas difíceis. Pode aprender a recusar educadamente um pretendente amoroso, por exemplo. A variedade de tópicos é surpreendente neste site pode aprender a fazer de tudo!.

Cozinhar para engenheiros
Se tem uma mente cientifica este site é prefeito para si, torne as suas asneiras culinárias e autênticos petiscos!, siga as intrusões de o que fazer com ovos mal cozidos,o resultado final se parece muito saboroso.

A CIA World Factbook
Se você está procurando um guia de viagens brilhante com fotografias indulgente ou descrições floreadas de pontos de vista e listas de boutiques, procure em outro lugar. Este site é sobre todos os factos reais. Todos os Estados-nação são perfilados, contém dados sobre tudo, desde a mortalidade infantil ao tamanho da população.

Wikia
Apesar de conter toda a informação da Wikipédia, a Wikia consegue ser ainda mais completa. Se você é apaixonado por aqueles guias super detalhados de aspectos culturais a Wikia é o que você procura. Dê uma olhada no Star Wars, o Star Wars wiki, por exemplo, possui mais de 70.000 artigos, e todos eles são obsessivamente mantidos.

Dictionary.com
Não há muito mistério sobre este site ele faz o que propõem, trata-se de um dicionário online, muito melhor do que procurar por uma palavra no Google, O Dictionary.com irá furnecer varios detalhes sobre a palavra procurada e ao registar-se irá receber todos os dias uma palavra do seu email.

Newsmap

O Newsmap utiliza o feed do Google News para obter a noticias e artigos mais importantes do momento marcando-as com cores e com maior o menor tamanho consoante a sua importância, é prefeito para saber o que se passa no mundo das noticias.

Genuki

A Genealogia tornou-se quase uma obsessão mundial nos últimos anos. Se gostava de descobrir os seus antepassados ou se o seu património está ligado com a agricultura ou com a aristocracia, GENUKI é o lugar para começar.

Brainy Quote

Veja aqui as frases mais celebres e famosas de todos os tempos, basta memorizar algumas para numa conversa dar um ar de intelectual e culto.

What Should I Read Next

Gosta de um determinado livro ou escritor e desejava encontrar algo semelhante? Este site irá recomendar um bom livro para você ler. Este site não é de qualquer editora, assim você deve obter uma recomendação bastante imparcial.

Nation Master

Este site é o sonho de qualquer estatístico. É repleto de todos os tipos de dados numéricos sobre centenas de países, do Burundi a Bélgica. Você sabia que em cada 1,1 milhões de pessoas no Turcomenistão é um grande mestre de xadrez?. Entre neste site e veja o que mais você pode descobrir.

FFFBI

Bonito e inteligente, The Fin, Fur and Feather Bureau of Investigation visa ensinar as crianças sobre a resolução de problemas e pensamento crítico. Ambos são essenciais para a vida nesta era dos computadores, e que melhor maneira para se aprender tais habilidades do que se tornar um espião para uma agência de detectives animais.

NASA TV

Se você tem uma mente curiosa, ver a NASA TV é uma necessidade. Pode ver caminhadas espaciais e tudo o resto ao vivo, dando-nos uma visão sobre a vida de um astronauta.

Acronym Finder

Se tem uma sigla e não sabe o que significa o Acronym Finder pode ser a solução, ele contém uma base de dados de siglas e ira certamente descobrir o que a sua quer dizer!

Flash Earth


Este fantástico site permite explorar a Terra usando múltiplas fontes de dados de mapeamento, todos controlados através de uma única interface. Um imperativo para todos os geógrafos e voyeurs de alta altitude.

PopURLS
PopURLS dá-lhe um apanhado do que está sendo dito nos maiores sites de notícias sociais, exibindo uma tabela de manchetes em (quase tempo real). Se é vanguardista, isto é para si.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Guia Pesquisa Mundi inserido no blog

"A simplicidade é a sofisticação definitiva."
Leonardo da Vinci


A partir de agora o conteúdo do Guia Pesquisa Mundi - www.pesquisamundi.tk - estará disponível na aba lateral deste blog.



Contribua para um mundo melhor, sem esforço algum. Basta fazer parte dessa rede!

World Community Grid

Links para a matéria:

Eu Grido

World Community Grid

Que tal contribuir para um mundo melhor sem fazer esforço algum? Por exemplo, saiba que você pode ajudar na descoberta da cura para a AIDS, ou na cura do câncer. Veja como.

Existe uma comunidade online chamada World Community Grid. Trata-se de uma rede que reúne computadores e utiliza seus poderes de processamento para pesquisas científicas e humanitárias. E qualquer um pode ajudar. Basta baixar um aplicativo e, durante a instalação, escolher que pesquisa você simpatiza mais e, portanto, gostaria de ajudar. Com isso instalado, todo o processamento ocioso do seu computador estará à disposição de causas humanitárias.

Imagine milhares e milhares de computadores trabalhando em cima de um mesmo projeto. Esta é a idéia da World Community Grid, que traz uma tecnologia exclusiva de supercomputadores desenvolvida pela IBM. O projeto é 100% seguro. Você não gasta nem um centavo a mais com isso, e nem precisa se preocupar com as informações que são trafegadas. A colaboração se dá automaticamente, só quando o seu computador está ligado, e só quando o processador não está sendo utilizado por você. Taí uma ótima oportunidade para colaborar com campanhas humanitárias. Quer fazer parte? Então acesse agora o link que está aqui, em cima desse texto.

Fonte: Olhar Digital

Biblioteca Digital publica tese 30 mil e dá acesso a 100% do acervo da Unicamp

Às 10h51 do dia 8 de outubro, a Unicamp inseriu a tese de número 30.000 na sua Biblioteca Digital. Quando faltavam apenas cinco teses para atingir a marca, Luiz Atílio Vicentini, coordenador da Biblioteca Central “Cesar Lattes” (BC-CL) e do Sistema de Bibliotecas da Unicamp (SBU), suspendeu momentaneamente o trabalho e reuniu todos os funcionários que participaram da empreitada para uma foto comemorativa. “Até 30 de setembro haviam sido publicadas 29.636 teses, sendo que outras 1.235 já estavam digitalizadas para inserção.

Com o total de 30.871 teses e dissertações, nos tornamos a única universidade brasileira a ter 100% desta produção em formato eletrônico e com acesso livre pela Internet”.

Depois da foto, cinco teses entraram quase que simultaneamente no sistema, e foi preciso conferir que a funcionária Célia Maria Ribeiro havia inserido a de número 30.000: é a pesquisa de doutorado de Dong Koo Yim, orientada pelo professor Yong Park, da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA). É um documento antigo, de 1996, e Luiz Vicentini justifica: “Havia todo um acervo retrospectivo a ser digitalizado, trabalho que começamos no final de 2004 e finalizamos agora em setembro. Fomos retrocedendo ano a ano, geralmente por unidade. As últimas teses são justamente as da FEA”.

O coordenador afirma que a alimentação da Biblioteca Digital fica agora bastante facilitada, pois as teses já vêm em formato eletrônico. “Um critério é inserir a tese somente depois de homologada pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação. Além disso, existem entre 300 e 350 teses com restrições para publicação, por solicitação do pesquisador ou orientador. Já temos casos em que publicamos apenas o resumo dos trabalhos, com a data em que o conteúdo integral será liberado, o que pode levar um ano ou mais”.

Segundo Vicentini, há um projeto nacional do MCT para a publicação de teses, por meio da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD), envolvendo até o momento 88 instituições de ensino e pesquisa do país. “Desde que a BDTD foi criada, a Unicamp sempre esteve à frente neste esforço, fornecendo a maior quantidade de documentos, diariamente. Até ontem [7 de outubro], a biblioteca do MCT tinha quase 120 mil teses. A Capes também vem exigindo dos bolsistas a entrega do documento eletrônico para as universidades”.

Downloads – Desde 2004, quem quer baixar uma cópia das teses e dissertações da Biblioteca Digital da Unicamp deve se cadastrar, o que vem permitindo um detalhado controle dos acessos. “Até o momento foram 4,3 milhões de downloads. A maior média é da área de Humanidades e Artes, com 1,6 milhão de downloads e 7.705 teses (média de 217 cópias por pesquisa). A média geral, considerando todas as áreas, é de 143 downloads por tese”.

O estudo mais acessado – “O conhecimento matemático e o uso de jogos na sala de aula” – foi apresentado por Regina Célia Grando na Faculdade de Educação, tendo 8.485 downloads e 43.784 visitas. Abaixo, a autora se diz surpresa com o primeiro lugar, principalmente frente à quantidade de pesquisas produzidas na Unicamp. “Sabia que a tese era uma das mais acessadas da Faculdade de Educação, mas não de todo o acervo”.

Luiz Vicentini informa que a Biblioteca Digital já soma 20 milhões de visitas, atentando para o salto ocorrido a partir de 2005, quando o acervo foi indexado ao Google. “De um milhão naquele ano, a quantidade de visitas foi para mais de três milhões em 2006; em 2008 foram 6,5 milhões de acessos e, este ano, já temos mais de 5 milhões. Registramos picos de 30 mil visitas por dia”.

De acordo com o coordenador, há mais de 800 mil usuários cadastrados no mundo inteiro, sendo que o último levantamento apontou quase 24 mil downloads por usuários de 73 países, com destaque para Espanha e Portugal.

Por trás de cada tese – O professor Euclides de Mesquita Neto, pró-reitor de Pós-Graduação, vê como louvável o empenho do pessoal do Sistema de Bibliotecas da Unicamp (SBU) e ressalta um aspecto importante na superação da marca de 30.000 teses digitais disponibilizadas na rede. “Isso significa que a Unicamp formou mais de 30 mil pessoas na pós-graduação. A Universidade possui esse papel multiplicador, pois muitos dos nossos quadros foram para outras instituições orientar novas teses. Temos aqui a gênese de um trabalho que se disseminou por diversos lugares”.

O pró-reitor comenta também a importância de disponibilizar estudos completos para um público amplo. “Cada área da Unicamp tem sua especificidade. Nas Ciências Humanas, a forma clássica de divulgação do conhecimento é através das teses completas, que frequentemente viram livros. Já em áreas como Exatas e Biológicas, a divulgação se dá na forma de artigos científicos, geralmente contendo idéias-chave de trabalhos de tese. Mesmo assim, acho relevante o acesso ao desenvolvimento integral da pesquisa, especialmente para quem está iniciando na área”.

‘Minha tese gerou frutos
e leitores, enquanto muitas
pesquisas ficam engavetadas’

Regina Célia Grando (*)


Recebo a notícia de que minha tese é a mais acessada com muita surpresa, principalmente frente à quantidade de trabalhos produzidos: 30.000. E ao mesmo tempo, com muita alegria porque é um reconhecimento de um trabalho bastante sofrido que é produzir uma tese. Mas valeu a pena, pois gerou frutos, novos leitores, diferentemente de muitos trabalhos de pesquisa que são engavetados para nunca mais serem lidos ou referenciados. Tinha conhecimento de que a minha tese era uma das mais acessadas na Faculdade de Educação, mas não imaginava que era de toda Biblioteca Digital!

Penso que a temática tenha contribuído bastante para esse interesse. Para os professores é possível pensar no jogo como um objeto de ensino em aulas de matemática, que tradicionalmente são consideradas ‘chatas, difíceis e desagradáveis’, daí o grande interesse nesse tema que diz respeito a atividades diretamente relacionadas ao cotidiano escolar.

Por outro lado, para os pesquisadores em educação e educação matemática, a contribuição é em termos de uma temática pouco explorada nas pesquisas da área. Há ainda um campo aberto de pesquisas com jogos em aulas de matemática, inclusive com o advento das novas tecnologias: a abordagem do uso de jogos computacionais, por exemplo. Tenho me dedicado a pesquisas também nesse campo.

Certamente que a Biblioteca Digital ganhou um público importante de professores da rede de ensino. O acesso a teses e dissertações e o pioneirismo da Unicamp nessa disponibilização facilitou em muito o trabalho dos professores da escola básica, que buscam por práticas pedagógicas diferenciadas e, nesse caso, o jogo é uma das práticas que eles mais procuram. Como subproduto da tese, escrevi um livro voltado aos professores escolares que já se encontra na segunda edição (2004 e 2008).

(*) Regina Célia Grando é docente do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Educação da Universidade São Francisco (campus de Itatiba-SP), na linha de pesquisa “Matemática, cultura e práticas pedagógicas”. Na Unicamp, faço parte do grupo de estudos e pesquisas sobre formação de professores que ensinam matemática (GEPFPM).

Fonte: Planeta Universitário

domingo, 11 de outubro de 2009

Novas tecnologias da Internet aplicadas a Bibliotecas e Centros de Informação: Web 2.0, Blog, Twitter ...

Palestra

Data: 19/11/09
Horário: 14 às 17 h
Local: Museu Histórico Nacional
Praça Marechal Ancora, s/n Centro Rio de Janeiro

Palestrante: Moreno Barros
Graduado em Biblioteconomia e Documentação pela UFF e mestre em Ciência da Informação pelo IBICT/UFF. Bibliotecário da UFRJ. Um dos responsáveis pela ExtraLibris [http://www.extralibris.org/ ] e pelo blog Bibliotecários Sem Fronteiras [http://www.bsf.org.br/ ].

Informações e Inscrições: redarte@redarte.org.br
No final da palestra será entregue declaração de participação.

Siga a REDARTE: www.twitter.com/redarterj

Realização:
REDARTE e MUSEU HISTÓRICO NACIONAL

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Agora só falta organizar o conteúdo relevante

Pela organização do conteúdo relevante do processo colaborativo: já agrupamos por tags, assuntos ou perfil de usuário e o próximo passo é saber entregar isso de forma pertinente.

Por Flavio Vidigal

Que relevância de conteúdo é a bola da vez, disso já se fala há muito tempo, é chover no molhado mesmo. Mas a discussão que quero levantar aqui é: de quem é a responsabilidade de organizar todo conteúdo jogado na web até agora?

O fenômeno web 2.0 já passou e ninguém viu. O que faremos com todo esse conteúdo produzido? Tendo em vista que a busca pelo conteúdo relevante já é uma prática que vem do usuário, em que ele vai atrás de vídeos, posts e fotos que lhe agradam mais, quando a web vai entender seus anseios e apresentar primeiramente resultados referentes a um determinado perfil de navegação?

Enquanto a web semântica não chega, ou seja, uma padronização que ajude tanto humanos quanto computadores a organizar o conteúdo e entregá-lo de forma relevante ao usuário final o que podemos fazer com relação a este assunto?

O Google tem a informação na mão, mas será que é dele a responsabilidade de organizar e difundir isso? Seriam os veículos? Nós criativos? Algum órgão do governo?

Acredito muito em fenômenos emergentes e acho que não estamos à altura de ditar quem vai fazer o quê no meio digital hoje. O que podemos é tomar parte deste fenômeno e fazer alguma coisa de útil. Isso sim pode partir de qualquer um.

Já temos conteúdo suficiente para agruparmos por tags, assuntos ou perfil de usuário, basta ser criativo e saber como entregar isso de forma pertinente. O que fazemos hoje quando queremos ver filmes das copas passadas de futebol? Uma opção é ir até o acervo da Globo ou procurar “copas” no You Tube. Mas se deu vontade de ler sobre esse assunto, lá vou eu no Google atrás de blogs, assim ocorre com fotos no Flickr etc.

O que se pode fazer são agregadores de APIs para que o usuário tenha tudo na mão em tempo real e de forma organizada.

Imagine o exemplo da copa, se tivéssemos um site que reunisse todos os resultados do Twitter pela tag “#Copa”, os vídeos do You Tube, as imagens do Flickr, as notícias relacionadas e mais comentadas etc.

Divulgaríamos esse site por perfil de navegação uma vez que sabemos que na proximidade deste evento a busca pelo assunto aumenta significativamente e então apresentaríamos ele às pessoas que digitassem “copa do mundo” nos buscadores, por exemplo.

Parece óbvio e até já temos alguns sites e aplicativos que fazem isso. Mas poderíamos comprar essa ideia e tentar viabilizar cada vez mais esse fenômeno, sem precisarmos estimular a colaboração ainda mais, pois isso já está implícito na cultura digital de cada um de nós. Acredito na bandeira da organização e entrega de conteúdo relevante de todo processo colaborativo que houve e que ainda está acontecendo.

Fonte: Webinsider

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Seleção de links sobre o acesso aberto

A seguinte seleção de links oferece acesso à fontes de informação sobre o movimento de acesso aberto assim como de coleção de periódicos científicos de qualidade em acesso aberto.


Diretórios

DOAJ – Directory of Open Access Journals (Diretório de Periódicos de Acesso Aberto)

OpenDOAR - Directory of Open Access Repositories (Diretório de Repositórios de Acesso Aberto)

Open J-Gate


Coleções de periódicos e repositórios de artigos em acesso aberto

Biomed Central

Public Library of Science

PubMED Central

SciELO


Sobre acesso aberto

Electronic Publishing Trust for Development

Open access key resources by EPrints

Open Access Bibliography: Liberating Scholarly Literature with E-Prints and Open Access Journals by Charles W. Bailey, Jr

Open access overview by Peter Suber


Blogs & Newsletters

Electronic Publishing Trust for Development

OA Librarian

Peter Suber

SPARC Open Access Newsletter, issue #117, January 2, 2008 by Peter Suber -


Fonte: Newsletter BVS

Semana do Acesso Aberto tem participação das redes NECOBELAC, SciELO e BVS


Eventos em todas as regiões do mundo marcarão a realização da 1ª Semana do Acesso Aberto que acontecerá de 19 a 23 de outubro de 2009. O objetivo do evento é expandir a percepção e compreensão do Acesso Aberto (AA) para a pesquisa e a comunicação científica, com destaque para as políticas de acesso das organizações de fomento à pesquisa de todo o mundo. Os eventos estarão orientados ao público acadêmico e também para o público em geral. O intercâmbio de ideias e ações sobre o movimento de acesso aberto, bem como apresentação de resultados de pesquisas, políticas de acesso para todos os tipos de pesquisas financiadas com recursos públicos, serão discutidas nesta semana.

A Semana do Acesso Aberto é fruto do êxito do Dia de Acesso Aberto que em sua edição de 2008 teve a participação de 27 países.

Com o objetivo de fortalecer o expandir o alcance global do evento, os organizadores Scholarly Publishing & Academic Resources Coalition (SPARC), Public Library of Science (PLoS), e Students for FreeCulture, recebem em 2009 apoio de novas instituições como o Electronic Information for Libraries (eIFL.net), Open Access Scholarly Information Sourcebook (OASIS) e o Diretório de Acesso Aberto (OAD). Entre as organizações, sistemas e redes parceiras estão o Directory of Open Access Journals (DOAJ), o Public Knowledge Project (PKP), o Open Source Initiative (OSI) e a Scientific Electronic Library Online (SciELO).

A programação da Semana do Acesso Aberto em geral destacará os recursos educacionais em Acesso Aberto e também programas open source. OASIS e OAD oferecerão recursos de acesso aberto com funcionalidades cooperativas entre as duas instituições como vídeos, briefing papers, podcasts, slideshows, pôsteres e outras ferramentas informativas que serão disponibilizadas na Web para promover a Semana do Acesso Aberto.
Para informação adicional sobre a Semana do Acesso Aberto e para se registrar, visite http://www.openaccessweek.org/.

Participações da América Latina e Caribe
A rede Network of Collaboration Between Europe and Latin American and Caribbean Countries (NECOBELAC) está promovendo um dos eventos no âmbito da Semana do Acesso Aberto envolvendo a Europa, América Latina e Caribe e que contará com a participação das redes Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e a SciELO, referências regionais e globais na comunicação científica em acesso aberto, especialmente em saúde pública.
Com o título “Acesso aberto à informação para a administração da saúde pública: Que oportunidades a rede NECOBELAC oferece?” o encontro que acontecerá em Roma, Itália, terá como foco a contribuição do Acesso Aberto para o desenvolvimento da Saúde Pública. Sua organização é liderada pelo Istituto Superiore di Sanità (ISS) e Istituto Italo Latino Americano (IILA) que terá na oportunidade o primeiro encontro de sua rede de colaboração.
Programado para o dia 19 de outubro, o evento reunirá (programação) duas sessões de conferências que serão também disseminadas online com vistas à participação das instituicões da América Latina e Caribe representada no evento por Carlos Agudelo, do Instituto de Salud Pública e coordenador da rede SciELO na Colômbia e Abel L. Packer, Diretor do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (BIREME/OPAS/OMS) e coordenador operacional da rede SciELO. Packer será o coordenador da segunda sessão do encontro. Interessados em acompanhar a transmissão online do encontro podem obter mais informação com a área de Eventos da BIREME pelo e-mail: registration@bireme.org.
Redes BVS e SciELO em acesso aberto
A BVS como estratégia de cooperação técnica desenvolvida sob a coordenação da BIREME desde 1998, promove o acesso aberto universal e equitativo à informação científica em saúde. A BVS se desenvolve como marco de trabalho, plataforma, espaço comum e dinâmico de produtos, serviços e eventos de informação operados por meio de redes de mais de 2 mil instituições dos sistemas de pesquisa, educação e saúde. Esta rede produz, faz a intermediação e utiliza informação científica e técnica em saúde tendo a Web como o meio principal de armazenamento e comunicação de informação científica. Desta forma, fazem parte do conteúdo da BVS mais de 200 mil textos completos em acesso aberto, disponíveis nos idiomas espanhol, inglês e português. A BVS recebe mais de 1 milhão de visitas mensais.
Como uma das redes associadas à BVS, a rede SciELO de coleções de periódicos científicos em acesso aberto e texto completo foi lançada e operada no Brasil em 1997 sob a liderança da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e da BIREME, e desde 2002, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A rede SciELO presente em 16 países, disponibiliza cerca de 600 periódicos atualmente. Somente a Coleção SciELO Brasil conta com 199 títulos. As coleções SciELO nacionais e temáticas nos diferentes países, são coordenadas e financiadas por instituições nacionais e internacionais relacionadas com o desenvolvimento e aplicação da pesquisa e comunicação científica. A rede SciELO com cerca de 7 milhões de artigos visitados por mês, representa uma das mais destacadas coleções de periódicos científicos publicadas em acesso aberto no mundo em desenvolvimento.
América Latina e Caribe reiteram a importância do acesso aberto:

domingo, 4 de outubro de 2009

Aos dez anos, "Cibercultura" ainda faz sentido?

Obra de Pierre Lèvy foi lançada há uma década; para ele, livro sinalizou mudança profunda na organização mundial

porTatiana de Mello Dias (colaborou Bruno Galo)

Paris, 1995. A web ainda estava em formação e, por lá, reinava a Minitel, rede fechada do governo com serviços como previsão do tempo e lista telefônica. É quando um filósofo tunisiano surge com a teoria de que a rede seria um espaço virtual coletivo sem nenhum controle, que aumentaria a inteligência de todos e mudaria tudo.


Pierre Lèvy apresentou a tese para a Comissão Europeia (braço executivo da União Europeia) e, da plateia, uma mulher falou: “Até que enfim alguém disse algo importante. Você pode explicar isso aos meus colegas da Comissão?”. Lèvy aceitou o desafio e escreveu o livro Cibercultura, em que expunha seus pensamentos sobre como os meios digitais provocarão uma profunda mudança na sociedade. “Para mim, essa é uma nova fase da evolução da humanidade, com novas formas políticas, culturais, novos costumes”, o próprio autor explicou durante o Cibercultura 10+10, evento que ocorreu em Santos, na semana passada, em comemoração aos dez anos do lançamento de seu livro no Brasil.

Ele faz um paralelo com a invenção da imprensa, que permitiu que a memória simbólica se multiplicasse. “Essa é uma mutação tão importante quanto a invenção da escrita”, defende.

Suas ideias o tornaram querido entre artistas, mas despertaram também antipatia entre a intelectualidade francesa. Pode ter sido porque a web era vista como uma coisa de norte-americano, ou porque, segundo Lèvy, muitos intelectuais negavam a importância da rede. O fato é que esse foi um dos motivos a fazer o filósofo trocar de país pela terceira vez (ele nasceu na Tunísia) e se mudar para o Canadá, onde vive hoje.

No Brasil, porém, Lèvy foi abraçado de cara. “Muitas vezes as transformações vêm de lugares inesperados”, tenta justificar Lèvy, que se autointitula um filósofo “brasileiro, italiano, coreano, mas não francês e nem canadense. Acredito que a minha obra faz sucesso entre pessoas que não separam o trabalho acadêmico da vida, fazem festa e falam com as mãos”. “É uma obra conceitual”, explicou ao Link o professor André Lemos, da UFBA. “O que importa é que a gente tenha elementos para compreender o contexto geral e não as ferramentas”. Lèvy concorda: “Meus livros ainda são relevantes porque tento entender o motor da evolução cultural”.

Embora obviamente Cibercultura não fale de web 2.0 (termo inventado em 2004), as novas ferramentas estão entre os caminhos apontados por Lèvy para esta nova sociedade. Para ele, Wikipedia, Twitter e YouTube são o “começo da civilização da inteligência coletiva”. Ele próprio é usuário de Twitter (@plevy) e diz que passa horas lendo e-mails, ouvindo música e trocando mensagens de até 140 toques.

Para Lèvy, estamos no ponto onde a cibercultura está passando da contracultura para ser a cultura dominante. E a grande revolução deve vir com uma web inteligente. “Hoje nós temos uma interconexão geral no plano técnico, mas não há interconexão semântica”, diz, que está desenvolvendo uma linguagem chamada IEML. “O último objetivo é codificar o significado de modo computacional, para providenciar um sistema de coordenadas para um espaço semântico universal e infinito que será o espelho da inteligência coletiva humana no ciberespaço”.

Obra é considerada fundamental no Brasil

Cibercultura foi lançado em 1997 em Paris. Traduzido em mais de dez idiomas, o livro foi lançado no Brasil em 1999. Logo virou parada quase obrigatória para quem quer estudar cultura digital. Segundo a Editora 34, foram mais de 20 mil exemplares vendidos, em duas edições e sete reimpressões. Para os especialistas ouvidos pelo Link, Lèvy encontrou solo fértil aqui porque o Brasil é tradicionalmente mais aberto a esse tipo de debate. “O Brasil é pioneiro na reflexão da cultura digital com essa consistência”, diz Cláudio Prado, organizador do Cibercultura 10+10. O livro é vendido por R$ 38 no próprio site da editora.

Frases

Acho que é porque o Brasil é permeável, rápido e fácil de entender cultura digital. A cultura é remixada por excelência. Lèvy é pop”
Cláudio Prado, do Laboratório Brasileiro de Cultura Digital

Pierre Lèvy é importante aqui porque o Brasil tem uma janela para o futuro mais aberta do que a da Europa. Somos o novo mundo”
Gilberto Gil, músico e ex-ministro da Cultura

Lèvy teve um papel pioneiro ao lançar o debate na década de 90 e falar dessas transformações de maneira conceitual”
André Lemos, pesquisador em cibercultura

Temos uma cultura popular que é parecida com a cibercultura. Vivemos a fusão de ideias historicamente”
Sérgio Amadeu, sociólogo

Fonte: Link

sábado, 3 de outubro de 2009

Acervo de Jorge Amado será digitalizado

Os aproximadamente 250 mil itens que compõem o acervo da Fundação Casa de Jorge Amado (FCJA) vão ser digitalizados. Entre os documentos e objetos estão os originais datilografados de livros, cartas, artigos, fotografias e publicações do escritor.

Todo o material será scaneado e transformado em arquivos digitais, disponibilizados num banco de dados, na internet e na sede da instituição, no Centro Histórico de Salvador.

O projeto batizado de "Salve Jorge" tem o apoio financeiro do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), que está investindo R$ 181,5 mil na digitalização.

Para o superintendente regional do banco na Bahia, Nilo Meira, o BNB entende que cultura também é desenvolvimento e, por isso, apoia iniciativas como essa.

"A Bahia tem a maior economia da região e a 6ª maior do país, tem uma riqueza cultural enorme, e, nessa área, o Salve Jorge se destaca pela importância de Jorge Amado".

O governador Jaques Wagner ressaltou a importância da iniciativa do BNB, que teve a sensibilidade para apoiar a preservação da memória do escritor. "Jorge é a cara da Bahia, é a cara da nossa cultura".

Com a digitalização vai ser reduzido o uso e a manipulação do acervo, preservando as obras e dando sobrevida ao material.

Fonte: A Região

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Portal mapeia informações sobre rede nacional de medicamentos fitoterápicos


Informações sobre realização de cursos, eventos e notícias sobre pesquisas e produção de medicamentos fitoterápicos, além de seções sobre cada um dos seis biomas brasileiros – amazônia, mata atlântica, caatinga, pampa, cerrado e pantanal – agora podem ser obtidas no Portal Rede Fito, na internet.

O objetivo do site é estabelecer parcerias e comunicação entre os agentes vinculados aos seis biomas do país. A iniciativa é fruto do trabalho do Escritório de Gestão em Redes Fito, instituição criada pelo Núcleo de Gestão em Biodiversidade e Saúde (NGBS), vinculado ao Centro de Produtos Naturais, do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz).

Mais informações: http://www2.far.fiocruz.br/redesfito/v2/?cat=3


Fonte: Portal Brasil Fator - Faperj

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Um milhão de imagens

Inpe supera a marca de um milhão de imagens distribuídas gratuitamente pelo satélite CBERS por meio da internet (foto: divulgação Cbers)

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) ultrapassou a marca de um milhão de imagens de satélites de média resolução distribuídas gratuitamente pelo Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (CBERS) via internet.

Responsável por mais de 70% das imagens distribuídas pelo Inpe, o Programa CBERS foi decisivo para disseminar o uso do sensoriamento remoto orbital. A distribuição começou no dia 28 de junho de 2004, com as imagens do CBERS-2. Em seguida o instituto tornou livre o acesso às imagens históricas dos satélites Landsat.

Segundo o Inpe, o Centro de Dados de Sensoriamento Remoto, instalado em Cachoeira Paulista (SP) tem atualmente disponíveis imagens dos satélites CBERS-2 e 2B e Landsat 1, 2, 3, 5 e 7, que são fornecidas sem custo para qualquer usuário do mundo.

Do total distribuído, o Programa CBERS é responsável por 716.889 imagens. Destas, 460.480 são do satélite CBERS-2 e 256.409 do CBERS-2B. Da família Landsat, foram distribuídas nesse período 283.123 imagens, sendo 8.569 do Landsat-1, 16.247 do Landsat-2, 7.022 do Landsat-3, 230.783 do Landsat-5 e 20.502 do Landsat-7.

O Brasil, que tem um dos acervos de imagens de satélites mais antigos do mundo, recebe os dados Landsat desde 1973 por meio da estação do Inpe em Cuiabá. Lançado em 1972, o Landsat-1 foi o primeiro equipamento orbital de sensoriamento remoto de recursos terrestres, sendo o Brasil o terceiro país a receber esse tipo de imagem, depois apenas dos Estados Unidos e Canadá.
Em breve, os países da África também poderão contar com imagens gratuitas de seus territórios, pois já foram assinados memorandos para a recepção do CBERS em estações de Ilhas Canárias, África do Sul e Egito.

Mais informações: www.dgi.inpe.br/CDSR (Catálago de imagens)

Fonte: Agência Fapesp

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

sites úteis – profissões, ciências e artes


All Music Guide
Banco de dados sobre intérpretes musicais, seus álbuns e suas composições.

Artcyclopedia
Possibilita localizar artistas por nome, obra ou movimento.

Dicionário de Economia
Procura traduzir o jargão econômico.

Dicionário do Trabalho Vivo
Procura montar glossário sobre trabalho, emprego e gestão da carreira profissional.

Dicionário Rossetti de Química
Possui glossário com mais de 2.000 itens, principalmente compostos químicos.

Enciclopédia Saúde
Com mais de 12 mil termos técnicos, ajuda a compreender questões relacionadas à saúde.

Glossário Meteorológico
Saiba o que quer dizer o jargão da previsão do tempo.

Internet Movie Database
Extensa enciclopédia de filmes, atores e equipe técnica.

Investopedia.com Finantial Dictionary
Reúne siglas e termos comuns utilizados no mercado financeiro.

KidsHealth
Dicionário de saúde para o público infantil, também aborda questões do dia-a-dia.

Medical Glossaries & Dictionaries
Indica links com conteúdo médico.

NatureServe Explorer
Site sobre a fauna e a flora dos EUA e do Canadá.

Perseus Digital Library
Enciclopédia internacional sobre áreas humanísticas, como história e filosofia.

Termos de Psiquiatria
Apresenta termos como catarse e sublimação.

The Cambridge History of English and American Literature
Contém 18 volumes sobre literatura inglesa e americana.

The Internet Encyclopedia of Philosophy
Reúne pensadores e seus objetos de estudo.


Fonte: FGV